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Brasil

Atendimentos relacionados a abuso infantil triplicam em 10 anos

Arquivo Geral

22/03/2012 13h58

O número de crianças vítimas de abuso sexual atendidas na capital paulista pelo Hospital Pérola Byington cresceu 209% em dez anos. Entre os adolescentes, o aumento foi de 52,4%. Especialistas interpretam os números como resultados de maior informação sobre o tema.

“Há dez anos, as pessoas não procuravam tanto por ajuda. Hoje, entenderam que a violência existe e que pode estar dentro de sua própria casa”, analisa a psicóloga Daniela Pedroso, do Núcleo de Violência Sexual do Pérola Byington.

Em 2011, foram atendidos 512 adultos, 1088 crianças (de 0 a 11 anos) e 759 adolescentes (de 12 a 17 anos). Já em 2001, passaram pelo serviço 352 crianças, 498 adolescentes e 840 adultos. A diminuição do atendimento de adultos é explicada por Daniela como o resultado da implantação de serviços para vítimas de abuso em outros centros da cidade. O tratamento de crianças e jovens nessas condições, porém, continua concentrado no Pérola.

Os dados também mostram que, durante a última década, houve aumento de 200,9% de vítimas do sexo masculino – o número de casos passou de 108 para 325 entre homens de todas as faixas etárias. O médico Jeferson Drezett, coordenador de gerência do Núcleo de Violência Sexual, diz que o fenômeno está ligado a mudanças culturais da sociedade, que passou a denunciar as ocorrências com mais frequência. Para ele, o que antes era encarado de forma velada passou a ser repudiado publicamente. As informações são do Jornal da Tarde.

AE

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    22/03/2012 13h58

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    “Há dez anos, as pessoas não procuravam tanto por ajuda. Hoje, entenderam que a violência existe e que pode estar dentro de sua própria casa”, analisa a psicóloga Daniela Pedroso, do Núcleo de Violência Sexual do Pérola Byington.

    Em 2011, foram atendidos 512 adultos, 1088 crianças (de 0 a 11 anos) e 759 adolescentes (de 12 a 17 anos). Já em 2001, passaram pelo serviço 352 crianças, 498 adolescentes e 840 adultos. A diminuição do atendimento de adultos é explicada por Daniela como o resultado da implantação de serviços para vítimas de abuso em outros centros da cidade. O tratamento de crianças e jovens nessas condições, porém, continua concentrado no Pérola.

    Os dados também mostram que, durante a última década, houve aumento de 200,9% de vítimas do sexo masculino – o número de casos passou de 108 para 325 entre homens de todas as faixas etárias. O médico Jeferson Drezett, coordenador de gerência do Núcleo de Violência Sexual, diz que o fenômeno está ligado a mudanças culturais da sociedade, que passou a denunciar as ocorrências com mais frequência. Para ele, o que antes era encarado de forma velada passou a ser repudiado publicamente. As informações são do Jornal da Tarde.

    AE

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      22/03/2012 13h58

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      “Há dez anos, as pessoas não procuravam tanto por ajuda. Hoje, entenderam que a violência existe e que pode estar dentro de sua própria casa”, analisa a psicóloga Daniela Pedroso, do Núcleo de Violência Sexual do Pérola Byington.

      Em 2011, foram atendidos 512 adultos, 1088 crianças (de 0 a 11 anos) e 759 adolescentes (de 12 a 17 anos). Já em 2001, passaram pelo serviço 352 crianças, 498 adolescentes e 840 adultos. A diminuição do atendimento de adultos é explicada por Daniela como o resultado da implantação de serviços para vítimas de abuso em outros centros da cidade. O tratamento de crianças e jovens nessas condições, porém, continua concentrado no Pérola.

      Os dados também mostram que, durante a última década, houve aumento de 200,9% de vítimas do sexo masculino – o número de casos passou de 108 para 325 entre homens de todas as faixas etárias. O médico Jeferson Drezett, coordenador de gerência do Núcleo de Violência Sexual, diz que o fenômeno está ligado a mudanças culturais da sociedade, que passou a denunciar as ocorrências com mais frequência. Para ele, o que antes era encarado de forma velada passou a ser repudiado publicamente. As informações são do Jornal da Tarde.

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        “Há dez anos, as pessoas não procuravam tanto por ajuda. Hoje, entenderam que a violência existe e que pode estar dentro de sua própria casa”, analisa a psicóloga Daniela Pedroso, do Núcleo de Violência Sexual do Pérola Byington.

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        Os dados também mostram que, durante a última década, houve aumento de 200,9% de vítimas do sexo masculino – o número de casos passou de 108 para 325 entre homens de todas as faixas etárias. O médico Jeferson Drezett, coordenador de gerência do Núcleo de Violência Sexual, diz que o fenômeno está ligado a mudanças culturais da sociedade, que passou a denunciar as ocorrências com mais frequência. Para ele, o que antes era encarado de forma velada passou a ser repudiado publicamente. As informações são do Jornal da Tarde.

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