O que Robert Cheruiyot, duas vezes campeão da São Silvestre, Patrick Ivut, terceiro colocado na prova em 2005, Maria Zeferina Baldaia, campeã em 2001, Kiprono Mutai, queniano estreante integrante do pelotão de elite e Chematai Rionotukei, vencedora dos Dez Quilômetros do Rio de Janeiro têm a ver com a São Silvestrinha, prova disputada somente por crianças e adolescentes e que atingiu sua 14ª edição neste sábado?
Além da óbvia paixão pelo atletismo, as estrelas das pistas viram refletidas nas mais de duas mil crianças que correram e se divertiram no Ícaro de Castro Mello as suas imagens quando também davam seus primeiros passos no esporte.
“Olho para algumas crianças e lembro que também comecei assim, correndo descalço. Essa é uma experiência para a vida toda”, sintetizou Kiprono Mutai, lado a lado com Felipe Ribeiro Alves, vencedor da categoria seis anos, que ganhou destaque por também não usar calçados.
Bicampeão da São Silvestre em 2002 e 2004, o queniano Robert Cheruiyot mostrou esperanças em ver novos ídolos surgirem das pistas hoje ocupadas pelas crianças. “Eu também comecei cedo no atletismo e acho ótimo ver tantos jovens interessados em correr. Espero que possam dar seqüência e que tenham sucesso no esporte”.
A brasileira Maria Zeferina Baldaia, campeão da São Silvestre 2001, tem interferência direta no sucesso de Gabriel Sanchez, campeão da prova dos 15 anos. Casada com Paulo da Silva, treinador do novo talento, Baldaia dá apoio financeiro e aposta no sucesso de seu pupilo e da nova geração do atletismo brasileiro.
“Temos uma equipe muito grande de crianças procurando o atletismo e é disso que precisamos. Espero que possam continuar correndo cada vez mais para que todas alcancem seus sonhos”.
Atleta de elite da São Silvestre desde 1997, Marily dos Santos também se emocionou com a aplicação da garotada. “É uma experiência incrível ver as crianças com coragem e boa vontade para virem aqui correr. Isso nos leva de volta à infância e traz recordações boas para todos”.
Além da óbvia paixão pelo atletismo, as estrelas das pistas viram refletidas nas mais de duas mil crianças que correram e se divertiram no Ícaro de Castro Mello as suas imagens quando também davam seus primeiros passos no esporte.
“Olho para algumas crianças e lembro que também comecei assim, correndo descalço. Essa é uma experiência para a vida toda”, sintetizou Kiprono Mutai, lado a lado com Felipe Ribeiro Alves, vencedor da categoria seis anos, que ganhou destaque por também não usar calçados.
Bicampeão da São Silvestre em 2002 e 2004, o queniano Robert Cheruiyot mostrou esperanças em ver novos ídolos surgirem das pistas hoje ocupadas pelas crianças. “Eu também comecei cedo no atletismo e acho ótimo ver tantos jovens interessados em correr. Espero que possam dar seqüência e que tenham sucesso no esporte”.
A brasileira Maria Zeferina Baldaia, campeão da São Silvestre 2001, tem interferência direta no sucesso de Gabriel Sanchez, campeão da prova dos 15 anos. Casada com Paulo da Silva, treinador do novo talento, Baldaia dá apoio financeiro e aposta no sucesso de seu pupilo e da nova geração do atletismo brasileiro.
“Temos uma equipe muito grande de crianças procurando o atletismo e é disso que precisamos. Espero que possam continuar correndo cada vez mais para que todas alcancem seus sonhos”.
Atleta de elite da São Silvestre desde 1997, Marily dos Santos também se emocionou com a aplicação da garotada. “É uma experiência incrível ver as crianças com coragem e boa vontade para virem aqui correr. Isso nos leva de volta à infância e traz recordações boas para todos”.