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Brasil

Após dispensar Kanaan, De Ferran não deverá prosseguir na Indy

Arquivo Geral

25/02/2011 20h28

A equipe De Ferran Dragon de Fórmula Indy, chefiada pelo ex-piloto brasileiro Gil de Ferran, não deverá contratar mais nenhum corredor para a temporada 2011 da categoria e poderá encerrar os trabalhos por falta de patrocínio. A decisão veio depois que o brasileiro Tony Kanaan foi dispensado antes mesmo de estrear pelo time, pelo mesmo motivo.

 

O campeão da temporada 2004 deixou a Andretti Autosport no final de 2010 também pela perda do principal patrocinador de seu carro, e assinou com a De Ferran Dragon no final do mês de dezembro. No entanto, tanto ele como o dirigente tinham a missão de arrecadar fundos para garantir a participação do piloto em todas as provas.

 

Como isso não aconteceu, Kanaan e De Ferran tiveram que romper o contrato, visto que não era de interesse de nenhum dos dois correr apenas algumas provas da temporada – e não ser um piloto fixo do time. Mas o problema vai além: a equipe sente dificuldade em se manter por conta disso, podendo até abandonar a disputa da temporada 2011.

 

“Quando Tony e eu fechamos o contrato juntos, sabíamos que ele precisaria ser vantajoso financeiramente, e então nos colocaríamos algumas metas. Acreditamos que fizemos boas proposições dentro e fora da pista, e achamos mesmo que nos tornaríamos uma potência em 2011. Mesmo com o nosso esforço, no entanto, não conseguimos arrecadar patrocinadores o suficiente para avançar nesse projeto”, lamentou.

 

“Sobre o futuro do nosso time, os nossos planos não estão muito claros. De qualquer forma, hoje é pouco provável que participemos da Indy em 2011”, explicou.

 

Em 2010, o piloto da De Ferran Dragon foi o também brasileiro Raphael Matos, que deixou a escuderia de Gil de Ferran e está sem time, assim como Tony Kanaan, que prometeu não desistir de correr por alguma equipe ainda neste ano.

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    25/02/2011 19h31

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    O campeão da temporada 2004 deixou a Andretti Autosport no final de 2010 também pela perda do principal patrocinador de seu carro, e assinou com a De Ferran Dragon no final do mês de dezembro. No entanto, tanto ele como o dirigente tinham a missão de arrecadar fundos para garantir a participação do piloto em todas as provas.

     

    Como isso não aconteceu, Kanaan e De Ferran tiveram que romper o contrato, visto que não era de interesse de nenhum dos dois correr apenas algumas provas da temporada – e não ser um piloto fixo do time. Mas o problema vai além: a equipe sente dificuldade em se manter por conta disso, podendo até abandonar a disputa da temporada 2011.

     

    “Quando Tony e eu fechamos o contrato juntos, sabíamos que ele precisaria ser vantajoso financeiramente, e então nos colocaríamos algumas metas. Acreditamos que fizemos boas proposições dentro e fora da pista, e achamos mesmo que nos tornaríamos uma potência em 2011. Mesmo com o nosso esforço, no entanto, não conseguimos arrecadar patrocinadores o suficiente para avançar nesse projeto”, lamentou.

     

    “Sobre o futuro do nosso time, os nossos planos não estão muito claros. De qualquer forma, hoje é pouco provável que participemos da Indy em 2011”, explicou.

     

    Em 2010, o piloto da De Ferran Dragon foi o também brasileiro Raphael Matos, que deixou a escuderia de Gil de Ferran e está sem time, assim como Tony Kanaan, que prometeu não desistir de correr por alguma equipe ainda neste ano.

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