Terceiro colocado na 83ª edição da São Silvestre, Anoe Santos Dias deixou a avenida Paulista no último dia 31 sem ter noção do feito que acabara de alcançar. Depois de passar a virada do ano ao lado do tricampeão Robert Cheruiyot e outros grandes nomes do atletismo, distribuir autógrafos e posar para as fotos, o melhor brasileiro da prova finalmente se acostumou ao assédio.
“Agora a ficha caiu. Depois que eu cheguei ao hotel fui cumprimentado por muitas pessoas. Foi uma sensação que nunca tinha sentido”, discursou Anoe, que deixou o hotel rumo a Jardinópolis, interior de São Paulo, para dar continuidade ao seu “dia de celebridade”.
“Já me avisaram que haverá uma comemoração e uma passeata em cima do carro de bombeiros. Deve ser uma sensação muito boa”, declarou o atleta, que tem apoio da prefeitura da cidade para alçar vôos cada vez mais altos.
“Vou procurar me aprimorar em 2008 e marcar bons tempos na Meia-Maratona do Rio, na de São Paulo e também na São Silvestre”. Questionado se sonha em bater o queniano Robert Cheruiyot, que chegou mais de um minuto à sua frente na última segunda-feira, foi coerente.
“Por enquanto é muito difícil, pois ele é um dos melhores atletas do mundo, mas, futuramente, quem sabe não consigo me tornar um campeão da São Silvestre? É difícil, mas não impossível”, concluiu.
“Agora a ficha caiu. Depois que eu cheguei ao hotel fui cumprimentado por muitas pessoas. Foi uma sensação que nunca tinha sentido”, discursou Anoe, que deixou o hotel rumo a Jardinópolis, interior de São Paulo, para dar continuidade ao seu “dia de celebridade”.
“Já me avisaram que haverá uma comemoração e uma passeata em cima do carro de bombeiros. Deve ser uma sensação muito boa”, declarou o atleta, que tem apoio da prefeitura da cidade para alçar vôos cada vez mais altos.
“Vou procurar me aprimorar em 2008 e marcar bons tempos na Meia-Maratona do Rio, na de São Paulo e também na São Silvestre”. Questionado se sonha em bater o queniano Robert Cheruiyot, que chegou mais de um minuto à sua frente na última segunda-feira, foi coerente.
“Por enquanto é muito difícil, pois ele é um dos melhores atletas do mundo, mas, futuramente, quem sabe não consigo me tornar um campeão da São Silvestre? É difícil, mas não impossível”, concluiu.