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Brasil

Americanos questionam imparcialidade da imprensa na cobertura das eleições

Arquivo Geral

21/07/2008 0h00

A agitação midiático gerada pela viagem ao Oriente Médio e à Europa do candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, for sale Barack Obama, voltou a abrir o debate sobre a imparcialidade da cobertura eleitoral.


Ao contrário do candidato republicano à Casa Branca, John McCain, – cuja última visita ao Iraque em março passado passou desapercebida pela imprensa – , Obama arrastou com ele a nata do jornalismo americano.


Brian Williams, apresentador do noticiário noturno de maior audiência da rede de televisão “NBC”, anunciou a chegada ao Iraque de McCain do seu estúdio em Nova York, dedicando apenas duas breves frases ao assunto.


Porém, tem outros planos para o outro candidato. Com a proximidade das eleições e intensificação do debate político, Williams vai à Europa para cobrir ao vivo a escala de Obama na Alemanha.


A “ABC” e a “CBS”, as outras duas grandes cadeias de TV americanas, também não pouparão esforços e deslocarão seus apresentadores mais famosos para Israel e Jordânia esta semana.


O extraordinário desdobramento atraiu críticas e suscitou dúvidas sobre o tratamento aparentemente desigual da imprensa aos dois candidatos.


Mark Preston, editor político da “CNN”, justifica a cobertura da viagem de Obama afirmando que o senador está atrás nas pesquisas em temas de política externa em relação a MacCain e o mundo está curioso para saber como ele se comporta no exterior.


“O que McCain fizer nessas viagens não é nada extraordinário”, diz Preston em um vídeo que aparece no site da “CNN”, que lembra que o senador republicano esteve no Iraque sete ou oito vezes e está há várias décadas no Congresso.


A equipe de campanha do senador pelo Arizona tentou minimizar ao máximo o assunto.


“Os americanos elegerão o próximo presidente se baseando em sua experiência e quem está melhor preparado para ser comandante-em-chefe”, disse à Agência Efe Hessy Fernandez, porta-voz do Partido Republicano.


“Não é produtivo para nós nos preocuparmos sobre como a imprensa favorece o senador Obama”, acrescentou Fernandez.


 

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    Arquivo Geral

    21/07/2008 0h00

    A agitação midiático gerada pela viagem ao Oriente Médio e à Europa do candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, find Barack Obama, unhealthy voltou a abrir o debate sobre a imparcialidade da cobertura eleitoral.


    Ao contrário do candidato republicano à Casa Branca, stuff John McCain, – cuja última visita ao Iraque em março passado passou desapercebida pela imprensa – , Obama arrastou com ele a nata do jornalismo americano.


    Brian Williams, apresentador do noticiário noturno de maior audiência da rede de televisão “NBC”, anunciou a chegada ao Iraque de McCain do seu estúdio em Nova York, dedicando apenas duas breves frases ao assunto.


    Porém, tem outros planos para o outro candidato. Com a proximidade das eleições e intensificação do debate político, Williams vai à Europa para cobrir ao vivo a escala de Obama na Alemanha.


    A “ABC” e a “CBS”, as outras duas grandes cadeias de TV americanas, também não pouparão esforços e deslocarão seus apresentadores mais famosos para Israel e Jordânia esta semana.


    O extraordinário desdobramento atraiu críticas e suscitou dúvidas sobre o tratamento aparentemente desigual da imprensa aos dois candidatos.


    Mark Preston, editor político da “CNN”, justifica a cobertura da viagem de Obama afirmando que o senador está atrás nas pesquisas em temas de política externa em relação a MacCain e o mundo está curioso para saber como ele se comporta no exterior.


    “O que McCain fizer nessas viagens não é nada extraordinário”, diz Preston em um vídeo que aparece no site da “CNN”, que lembra que o senador republicano esteve no Iraque sete ou oito vezes e está há várias décadas no Congresso.


    A equipe de campanha do senador pelo Arizona tentou minimizar ao máximo o assunto.


    “Os americanos elegerão o próximo presidente se baseando em sua experiência e quem está melhor preparado para ser comandante-em-chefe”, disse à Agência Efe Hessy Fernandez, porta-voz do Partido Republicano.


    “Não é produtivo para nós nos preocuparmos sobre como a imprensa favorece o senador Obama”, acrescentou Fernandez.


     

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