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Brasil

Alckmin e Serra criticam greve de metroviários e defendem PPP

Arquivo Geral

16/08/2006 0h00

Os candidatos do PSDB à Presidência da República, pills pills Geraldo Alckmin, store e ao governo paulista, José Serra, criticaram ontem a greve dos funcionários do Metrô de São Paulo e defenderam o modelo de Parceria Público Privada (PPP) que o Estado vai implantar na linha 4, em construção.

"A greve é totalmente descabida, absurda, descumpriram decisão judicial, desrespeitaram decisão do Tribunal Regional do Trabalho, enquanto 2,7 milhões de pessoas dependem do Metrô", afirmou Alckmin, ex-governador de São Paulo. Ele afirmou que a tarifa será a mesma com a parceria do Estado com a iniciativa privada e que o Estado estará desobrigado de investir 800 milhões de reais, que virão de um consórcio que vai gerir o transporte. "Ser á a primeira PPP do país", comemora Alckmin.
Serra viu um desrespeito na paralisa ção de 24 horas, com retorno previsto para hoje.

"Um verdadeiro absurdo, um atentado que se fez à nossa população trabalhadora que precisa do Metrô para fazer seu trabalho, para ir à escola. Qual é o problema de a área privada participar no funcionamento do Metrô? Pelo contrário, são investimentos que são acrescidos e a tarifa será a mesma", afirmou o candidato.

A paralisação dos metroviários foi um protesto contra a licitação da linha 4 do metrô, que prevê a entrega do trecho à iniciativa privada por 30 anos. Para os sindicalistas, o projeto será prejudicial aos cofres públicos. O protesto prejudicou o trânsito na cidade e chegou a comprometer a agenda dos dois candidatos.

Eles tinham programado participar de um evento com sindicalistas ligados à Força Sindical no bairro da Liberdade, região central de São Paulo, que acabou cancelado. Serra chegou a ir ao local, mas retornou quando soube do cancelamento e Alckmin comunicou que não conseguiria chegar.

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