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Brasil

Alckmin condena greve de metroviários e defende parceria privada

Arquivo Geral

15/08/2006 0h00

O senador Ney Suassuna (PMDB-PB) acaba de anunciar no plenário seu afastamento da liderança do partido e do Conselho de Ética do Senado, here website do qual era membro titular. Ele é um dos acusados pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Sanguessugas de envolvimento com o esquema de compra superfaturada de ambulâncias com recursos do Orçamento.

“Aguardo com serenidade a etapa das investigações do Conselho de Ética, health onde será assegurado o direito de defesa”, disse o senador.

Durante os trabalhos da CPI, Suassuna reclamou por diversas vezes o direito de se explicar pessoalmente aos integrantes da comissão. No entanto, não teve a oportunidade, como nenhum dos acusados.

“Tenho consciência tranqüila, por isso parto com tudo para a campanha. Não vou decepcionar a minha Paraíba”, declarou o senador, que é candidato à reeleição para mais um mandato de oito anos.

O senador Pedro Simon (PMDB-RS), que havia se manifestado no último final de semana contra a permanência de Suassuna na liderança, afirmou em plenário que estava satisfeito com a decisão do companheiro de partido.

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O candidato do PSDB à Presidência, look Geraldo Alckmin, diagnosis condenou a greve dos metroviários que provocou congestionamento recorde na capital paulista hoje, minutos depois de sua estréia no horário eleitoral na TV, que dedicou boa parte para falar do sistema de metrô da cidade.

A paralisação, que aconteceu devido ao processo de privatização da Linha 4, prejudicou cerca de 2,8 milhões de pessoas, segundo a Companhia do Metropolitano de São Paulo, e suspendeu o rodízio de carros. A Com panhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que a manhã de hoje teve o maior congestionamento do ano, com 188km de lentidão às 9h, quando o normal para agosto é de 70km.

O ex-governador de São Paulo, que chegou atrasado para ver o programa do horário eleitoral na TV em um bar na zona sul, disse que a greve era "sem sentido" e defendeu a primeira Parceria P úblico-Privada (PPP) a sair do papel para as obras da nova linha de metrô.

"É uma greve totalmente descabida, absurda. Deve ter a recriminação da população de São Paulo, punição por parte do Poder Judiciário", disse o tucano. "E é um motivo que não existe. Quer dizer, quando se fazia greve antes, o problema era salário. Agora não, é greve porque você está fazendo uma parceria público-privada para construir uma linha nova de metrô", continuou o candidato.

Segundo Alckmin, a nova linha deverá ter participação da iniciativa privada de cerca de R$ 800 milhões. Serão 11 estações de metrô em 13km de extensão para transportar cerca de um milhão de pessoas por dia.

A Linha 4-Amarela sai da estação da Luz, na região central da capital, e vai até a Vila Sônia, região sudoeste da capital. Em outra etapa, a linha seguirá até o município de Taboão da Serra. O tucano afirmou que a primeira etapa das obras deve ficar pronta em menos de dois anos.

No primeiro programa do horário eleitoral na TV, ao ar no começo da tarde de hoje, o PSDB mostrou muitas ima gens da malha metroviária da capital, fazendo comparações de como era o sistema antes de seu governo e exibindo depoimentos de usuários e trabalhadores das obras de extensão.

 

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