Para o técnico Zé Roberto, algumas lições foram tiradas da difícil vitória em Macau. “A República Dominicana é uma equipe que subiu de produção e muito parecida com a escola cubana. No jogo em Macau, nosso sistema defensivo não foi tão eficiente. Também precisamos melhorar os contra-ataques. A tônica é tentar melhorar isso”, explica.
A levantadora e capitã Fofão, por sua vez, acredita que o Brasil deve entrar em quadra mais atento desta vez. “A República Dominicana é um time complicado. Elas entram na quadra sem nada a perder. Não podemos bobear. Temos de entrar atentas. O outro jogo serviu de lição, porque só acordamos quando estávamos no aperto. Quando pressionadas, as dominicanas erram muito, podemos aproveitar isso”, analisa.
A ponteira Jaqueline faz coro com a companheira. “Não imaginávamos que aquele jogo seria tão difícil. A República Dominicana é um time que vem com tudo. Não podemos deixar que elas entrem no jogo. Temos que aprimorar o bloqueio e ter cuidado com o saque viagem delas, que é muito bom”, explica.
As seleções femininas de vôlei de Brasil e República Dominicana já se enfrentaram 16 vezes, com 12 vitórias para o time verde e amarelo. Ao todo, as brasileiras venceram 42 sets e perderam 18.
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