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Brasil

Advogado de Bruno chama por apelidos investigadores do caso Eliza Samudio

Arquivo Geral

20/08/2010 16h48

Durante a defesa prévia do goleiro Bruno, apresentada na tarde de quinta-feira (20), o advogado Ércio Quaresma debochou das equipes de investigação do caso Eliza Samudio.

 

Quaresma tem um apelido para cada policial mineiro envolvido nas investigações de desaparecimento da ex-amante de Bruno. O delegado responsável pelo caso, Édson Moreira, por exemplo, é chamado de “Neandertal”. A delegada Alessandra Escobar Vieira Wilke é citada como “Paquita”. Sua colega, Ana Maria dos Santos Paes da Costa é chamada de “Mega Hair”. O outro delegado, Júlio Wilke, de “Galinho de briga”. O advogado ainda chama o delegado Walter Pinto de Souza de “Mudinho”.

 

O advogado do goleiro ainda chama os policiais de “Quinteto das trevas” e admite a eles o comando de um “verdadeiro procedimento inquisitorial midiático”. Quaresma alega que as testemunhas foram ouvidas por várias horas e que os acusados sofreram agressões psicológicas e físicas. Nos autos da defesa, ele ainda cita o “banquete canino”, que surgiu durante os depoimentos mas que não foi incluído na denúncia.

Ércio Quaresma pede alvará de soltura para Bruno e a mudança das investigações e do julgamento do caso para Vespasiano, em Belo Horizonte, onde teria acontecido o crime. Ele também alega que a defesa não teve acesso às investigações e perícias, solicitando que todos os laudos, vídeos e fitas de áudio feitas pelos policiais sejam incluídas no processo e o acesso irrestrito aos documentos.

 

Para o advogado, a denúncia é “inepta e inconsistente”. De acordo com o artigo 395, Quaresma ressalta que Bruno deve ser absolvido, salientando que a defesa não teve acesso a todos os detalhes das investigações.

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