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Brasil

Adolescente com deficiência intelectual sofre estupro coletivo em SP

Adolescente de 14 anos teria sido violentada por mais de dez pessoas em São Paulo, segundo relato registrado pela família à Delegacia da Mulher

Redação Jornal de Brasília

27/05/2026 14h43

Foto: Reprodução

UOL/FOLHAPRESS

A mãe de uma adolescente de 14 anos procurou a polícia para registrar uma ocorrência relatando que a filha sofreu um estupro coletivo por mais de 10 pessoas em São Paulo.

A menina tem deficiência intelectual e foi filmada sendo estuprada, segundo o registro da ocorrência. O caso teria acontecido em em fevereiro e foi registrado nesta semana na 8ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) na zona leste da capital paulista.

Entre os envolvidos no estupro estão menores de idade, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. A mãe buscou a polícia após ter acesso a um vídeo em que aparece sua filha sendo violentada.

Até o momento, ninguém foi preso. A polícia trabalha na identificação de todos os envolvidos no caso. A polícia não informou se a vítima conhecia os agressores ou a circustância em que a violência teria ocorrido.

“O caso é investigado por meio de inquérito policial instaurado na 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Diligências são realizadas visando o total esclarecimento dos fatos. Detalhes serão preservados por envolver menores e por se tratar de crime sexual”, disse a SSP-SP, em nota.

EM CASO DE VIOLÊNCIA, DENUNCIE

Denúncias podem ser feitas pelo telefone 180, da Central de Atendimento à Mulher, que funciona 24 horas por dia, inclusive no exterior. A ligação é gratuita.

O serviço recebe denúncias, oferece orientação especializada e encaminha vítimas para serviços de proteção e atendimento psicológico.

Também é possível entrar em contato pelo WhatsApp (61) 99656-5008.

As denúncias também podem ser feitas pelo Disque 100, canal voltado a violações de direitos humanos.
Há ainda o aplicativo Direitos Humanos Brasil e a página da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH).

Caso esteja em situação de risco, a vítima pode solicitar medidas protetivas de urgência, previstas na Lei Maria da Penha.

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