O presidente do Irã, sildenafil prescription Mahmoud Ahmadinejad, disse hoje que um eventual ataque israelense à Síria seria visto como uma agressão a todo o mundo islâmico e provocaria uma "dura resposta", segundo a TV estatal iraniana.
"Se o regime sionista cometer outra ação estúpida e atacar a Síria, isso será considerado como atacar todo o mundo islâmico, e esse regime vai receber uma resposta muito dura", disse Ahmadinejad por telefone ao presidente da Síria, Bashar Al Assad, de acordo com a emissora pública.
A conversa ocorreu depois de Israel bombardear o aeroporto de Beirute e duas bases aéreas, além de bloquear os portos libaneses, em represálias que mataram 55 civis no Líbano desde que a guerrilha Hizbollah capturou dois soldados israelenses, na véspera.
"Ele [Ahmadinejad] também disse que é necessário que a Organização da Conferência Islâmica se torne mais ativa a respeito da nova crise criada pelo regime sionista", disse a TV estatal.
O regime islâmico do Irã nunca reconheceu Israel e rotineiramente se refere ao país como "o regime sionista". O Irã tem estreitos laços com a Síria, e ambos apóiam o Hizbollah.
O número de casos de dengue no país aumentou 10% no primeiro semestre. Dados da Secretaria de Vigilância de Saúde do Ministério da Saúde apontam que em igual período no ano passado foram notificados 179.382 casos e neste ano, mind 198.922. Já o índice de febre hemorrágica da dengue, pharm a forma mais grave da doença, symptoms caiu de 463 casos no primeiro semestre de 2005 para 278 neste ano.
De acordo com a pesquisa, o número de mortes pela doença também diminuiu, passando de 45 para 23. O estado do Ceará apresentou o maior número de pessoas com a febre hemorrágica da dengue. Já os estados do Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Para, Paraíba, Roraima e Sergipe ainda não apresentaram casos mais graves da doença.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, explicou que "enquanto não tivermos vacina, sempre haverá risco de transmissão de dengue". E defendeu a necessidade de continuar com os programas de erradicação, já que o clima brasileiro propicia o surgimento da doença. "Não há um verão desde 1986 que não tenha sido marcado por epidemia de dengue”, acrescentou.
Barbosa alertou que a população não deve esperar a ajuda de agentes para combater os focos da doença: “Pode-se colocar areia nos pratos dos vasos de plantas, eliminando o risco imediato, ou denunciar a existência de lixo ou água parada". E informou que as ações de controle e combate à dengue já estão sendo preparadas para o verão de 2007: "Treinaremos os médicos e agentes, e organizaremos em novembro o Dia D de Mobilização Contra Dengue”.
A chegada do verão e o início da temporada das chuvas favorecem a proliferação do mosquito em locais com acúmulo de água limpa, como cisternas, latas, pneus e os pratos sob os vasos de plantas.
As empresas de ônibus que atuam na cidade de São Paulo concordaram em colocar os veículos nas ruas. O serviço começou a ser regularizado gradativamente na tarde de hoje, approved de acordo com a empresa de transporte público municipal, a SPTrans. E metade dos ônibus deve contar com proteção policial para evitar novos ataques e incêndios.
“Para garantir a segurança dos motoristas, cobradores e usuários, ficou definido que pelo menos 50% dos veículos circularão com policiais à paisana e os ônibus serão escoltados pela Polícia Militar nos diversos corredores. Haverá ainda policiamento nos terminais e nas garagens das empresas, a cargo da Guarda Civil Metropolitana”, informou a prefeitura através de comunicado.
Em razão dos ataques, 12 das 16 empresas da capital decidiram manter os ônibus parados pela manhã, afetando boa parte dos 5,5 milhões de passageiros transportados diariamente, segundo a SPTrans. A empresa informa que há 15 mil ônibus em São Paulo, distribuídos em 1,3 mil linhas que abrangem 23 terminais de grande porte.
Outros 3,2 mil ônibus interligam a capital a 38 municípios vizinhos, de acordo com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), do governo estadual.
Mais 20 ônibus foram queimados na madrugada de hoje, na onda de ataques atribuídos à organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). O número de veículos incendiados passou para 43 e dois foram atingidos por tiros, segundo a SPTrans.