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Polícia encontra R$ 1,3 milhão em porsche apreendido após operação

Com ajuda dos bombeiros, as portas e o porta-malas foram arrombados. Além do dinheiro, alguns documentos de transferência bancária foram encontrados e serão analisados

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Da Redação
redacao@grupojbr.com

A operação contra a fabricação ilegal de remédios para emagrecer, deflagrada em Goiânia, chegou a R$ 1,3, milhão escondidos em malas dentro de um porsche, apreendido na última quarta-feira (4), quando as autoridades fecharam uma indústria em Cachoeira Alta. Ao todo, 11 pessoas foram presas, algumas no local, outras em Goiânia e interior de Minas Gerais.

Segundo a polícia civil, a autorização para abrir o carro de luxo apreendido só saiu nesta segunda-feira (4). Com ajuda dos bombeiros, as portas e o porta-malas foram arrombados. Além do dinheiro, alguns documentos de transferência bancária foram encontrados e serão analisados.

Mais presos

Também nesta segunda-feira, os policiais cumpriram mais mandados de prisão preventiva contra dois homens suspeitos de envolvimento no esquema. Um foi preso em Rio Verde, e outro, em Quirinópolis. Os nomes não foram divulgados.

A operação

Nove suspeitos foram presos e uma fábrica clandestina de remédios para emagrecer fechada pela polícia civil de Goiás, em Cachoeira Alta, nesta quarta-feira (4).

Na apreensão, as autoridades retiveram milhares de cápsulas e veículos de luxo que estavam com os detidos.

Os criminosos vendiam os medicamentos pela internet, para todo o país. Os comprimidos estavam se popularizando entre internautas nos últimos meses.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, por meio de nota, que “não há nenhum fabricante de medicamentos com autorização de funcionamento da Anvisa no município de Cachoeira Alta” e nenhum no Brasil registrado com os nomes usados pelos investigados nas embalagens.

Os presos devem responder pelo crime de falsificação, com pena de 15 anos de prisão.

A operação envolveu mais de 40 policiais. Alguns foram detidos em casa outros na própria fábrica. Não foi divulgado se a fábrica clandestina tinha algum nome de fachada para disfarçar a real produção.


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