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Mulher encontrada morta em guarda-roupas foi estuprada e asfixiada em Ji-Paraná, RO

De acordo com o delegado do caso, os exames constataram a presença de sêmen nas partes íntimas de Ângela e sinais claros de asfixia

Através da autopsia do corpo de Ângela Maria Silva Duarte, encontrada morta dentro do guarda-roupa do vizinho, em Ji-Paraná (RO), comprovou-se que, além de asfixiada, ela também foi estuprada. As investigações irão apurar agora se o abuso ocorreu antes ou depois da morte.

O vizinho, dono da casa onde o corpo de ângela foi encontrado, é o principal suspeito de ter cometido o crime. Ele está preso desde a semana passada, depois de ser encontrado em uma fazenda de Rondolândia (MT).

“Desde o princípio pairou dúvida sobre violência sexual pelo modo como o cadáver foi encontrado, despido de roupas íntimas”, apontou o delegado Luis Carlos Hora.

De acordo com o delegado, os exames constataram a presença de sêmen nas partes íntimas de Ângela e sinais claros de asfixia.

“Agora há duvidas se é um caso de homicídio qualificado por asfixia ou um estupro qualificado resultado em morte”, revelou Luis Carlos ao g1.

A interrogação oficial ainda não foi realizada, e também não previsão de quando irá ocorrer. Conforme o delegado responsável pelo caso explicou, o vizinho admitiu ter atacado Ângela, mas que não se recorda do que aconteceu depois.

Tanto o homicídio quanto estupro resultado em morte podem levar o réu a cumprir pena de 12 a 30 anos de reclusão. Se comprovada culpa, o suspeito também pode responder por ocultação de cadáver que pode elevar a pena em até três anos a mais.

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