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Modelo brasileira teme nuvem de areia que se aproxima do México após terremoto

“As autoridades nos mandaram ficar em casa, não tirar as máscaras, comprar tampões de ouvidos para que a areia não entre nas orelhas”, relatou Caren

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Foto: Reprodução/Instagram
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A modelo brasileira Caren Souza, que mora no México, enfrentou momentos difíceis na última terça-feira (23). O tremor de magnitude 7,5 que atingiu o país deixou pelo menos seis mortos e 30 feridos, além de ter danificado várias estruturas.  Caren passa por momentos de apreensão, já que o país estima a chegada de um novo abalo sísmico na região. Além disso, uma nuvem de poeira Godzilla, vinda do Saara e que já passou pelo Caribe, se aproxima do México.

Foi a primeira vez que Caren presenciou um terremoto. Ela relatou, em entrevista ao Portal Extra, o cenário do país e as medidas do governo local, que se prepara para enfrentar o fenômeno da nuvem de areia. 

“Olha, aqui está todo mundo bem preocupado. As autoridades nos mandaram ficar em casa, não tirar as máscaras, comprar tampões de ouvidos para que a areia não entre nas orelhas e recomendam o uso de óculos pelos próximos dias. Além disso, até respiradores que foram usados no tratamento do Covid-19 podem ser necessários”, enumera a modelo, que saiu do Brasil há quatro anos.

Caren conta que no dia do terremoto, tinha acabado de acordar quando ouviu o primeiro alarme.

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“Acordei, acendi meu cigarro e fui ao banheiro. Aí soou o alarme, eu escutei. , Quando soa, você tem um minuto pra sair de onde estiver e ir pra rua onde não tenha prédio em volta. Só que fazem testes às vezes no alarme para ver se estão todos funcionando, e nesse teste fala TESTANDO ALARMA… Só que eu fiquei uns dez segundos para ver se falava e nada!”relata: “Nessa hora já dei uma cambaleada no chão, mas de boa. Gritei pro meu primo que mora comigo, acordar, aqui era 10H20 mais ou menos”.

A modelo explica que teve tempo apenas de socorrer os dois cachorros, do edifício onde mora, e pegar o celular. Ela relatou que poderia ter sido enterrada como indigente, caso o prédio caísse, pois não portava nenhum documento.

“Um pavor! Lembro que peguei os cachorros sem coleira mesmo e desci, quando estávamos entrando na escada de emergência, foi o tremor mais forte. Ali eu quase morri, a alma saiu e entrou de volta, juro! O prédio ficou igual João Bobo de posto de gasolina. Tu tenta te segurar em alguma coisa, mas tudo mexe, não tem escapatória. Nunca mais na minha vida quero passar por algo parecido, foi aterrorizante. Eu nunca tinha sentido aqui, ano pasado teve um mas estávamos em Acapulco, eu e as amigas e estávamos em um barco, então, não sentimos nada. Só soubemos ao voltarmos para terra firme”.

Atualmente, Caren se prepara para enfrentar a nuvem de areia.

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“Deixei uma bolsinha na reta da porta com documentos, dinheiro passaporte. Água, bolacha e barrinha de cereal. O que recomendam nessas horas. E agora uma outra para enfrentar essa nuvem de areia. Olha, Deus é mais. O que está acontecendo com esse mundo?”




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