fbpx
Siga o Jornal de Brasília

Na Hora H!

Mãe e padrasto que abusavam de filha de 9 anos são presos

Além dos abusos diretos, a polícia apurou que o casal mantinha relações sexuais na presença da menina

Avatar

Publicado

em

PUBLICIDADE

Um casal de 39 anos é acusado de estuprar, por quatro anos, uma criança de nove anos, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A criança é filha da mulher e enteada do homem. A denúncia foi feita por meio de um áudio no WhatsApp. 

Segundo Melina Clemente, responsável pela investigação, a garota relatou os abusos para a avó e pediu para que a idosa não sentisse nojo dela. A familiar procurou o pai da vítima e a Polícia Civil foi acionada.

No dia a dia a criança morava com o pai, mas passava algum tempo com a mãe e o homem. Eram nessas ocasiões que os abusos aconteciam, geralemente quando eles se preparavam para dormir, de acordo com relato da criança. 

Além dos abusos diretos, a polícia apurou que o casal mantinha relações sexuais na presença da menina.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A vítima também tinha medo de algo acontecer com a irmã de 2 anos, filha do casal preso, enquanto ela não estava lá, pois a mãe e o padrasto também chamavam a irmã mais nova para participar das relações sexuais, o que era impedido pela vítima”, disse a delegada.

A garota passou por uma avaliação psicológica que apontou danos psicológicos em razão dos abusos. O exame do Instituto Médico-Legal (IML) relatou também que a criança foi agredida. 

A Polícia Civil decretou prisão preventiva para o casal, e na casa deles, diversos vídeos pornográficos e fotos da irmã mais nova nua foram encontrados. 

A mãe, que tem deficiencia auditiva, foi ouvida e, embora o padrasto tenha assumido os crimes e detalhado os acontecimentos, ela negou o ocorrido. Em seu depoimento ela tentou imputar abusos a parentes do pai da criança, que também tem deficiência auditiva. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O homem foi preso na casa dele, no bairro Jardim Vera Cruz, em Contagem. Já a mulher, no local de trabalho, no bairro Buritis, em Belo Horizonte.

O casal não tinha antecedentes criminais e vai responder por  estupro de vulnerável e prática de relação sexual na presença de criança e adolescente.




Leia também


Publicidade
Publicidade
Publicidade