Em Bertioga, São Paulo, um homem comprou 3,2 kg de carne a vácuo em um mercado para um churrasco de aniversário do filho de 5 anos. Ao desembalar o produto notou que a carne estava verde e “com cheiro podre”.
Ele gastou R$ 72 e só recebeu o dinheiro de volta após “muita luta”.
O pai do menino, um pintor de 33 anos, que preferiu não se identificar, contou ter comprado as duas peças de acém a vácuo um dia antes da churrascada. Ele relatou que pediu ajuda ao funcionário, por não entender muito de carne, e o mesmo garantiu que as duas peças estavam ótimas.
Ao mesmo tempo, segundo o pai do menino, o funcionário havia dito que as demais carnes que ficaram no freezer estavam passadas.
No dia da festa de aniversário, o pintor disse ter aberto a embalagem e sentido um cheiro muito forte de estragado. A carne estava verde, então o mesmo lavou e temperou, crendo ser o cheiro do vácuo.
Segundo o pintor, a carne estava dentro do prazo de validade, com a indicação de domingo, 24, na etiqueta. Dessa forma, o homem disse ter ido com a prima até o mercado para trocar a carne ou ter o dinheiro de volta.
Assim que apresentou o problema, no entanto, o homem disse ter sido informado pelo subgerente que só teria a devolução do dinheiro de 2,1 kg da carne devolvida. O funcionário do mercado, de acordo com o cliente, se justificou dizendo que, no dia em que foi comprada, a carne estava em promoção.
Churrascada mantida
O homem informou ter usado o dinheiro recuperado para comprar a carne em outro mercado. A história ganhou repercussão após a prima do pintor ter publicado a história nas redes sociais.
No post, ela destacou a atitude do mercado em não querer devolver o dinheiro com base no peso da carne, uma vez que foi comprada em promoção.
A reportagem procurou a rede Semar, mas, até a publicação desta matéria, não obteve resposta.