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Fieis atribuem milagres a jovem que morreu na década de 40 e Igreja estuda casos para canonização

Moradores dizem que receberam milagres por intercessão de Maria Antônia da Cruz, que morreu em meados de 1940 aos 17 anos de idade

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Da Redação
redacao@grupojbr.com

Os fiéis que frequentam a Capela Santa da Cruz, que fica no meio do cerrado, em Poxoréu, a 259 km de Cuiabá, atribuem milagres à  Maria Antônia da Cruz. A Igreja Católica está estudando os casos para a canonização.

Os fiéis acreditam que receberam milagres graças à intercessão de Maria Antônia da Cruz, mais conhecida como Maria da Cruz, que morava em Poxoréu e morreu em meados de 1940 em decorrência da hanseníase – doença que à época era conhecida como lepra.

A cidade localizada no sudeste do estado tem pouco mais de 17 mil habitantes e os relatos de milagres são comuns entre os moradores e comunidades da região.

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A capela foi construída no local onde a jovem teria sido enterrada.

A aposentada Maria Galvão contou que em outubro de 2018 recebeu um milagre, em favor da neta que estava com suspeita de meningite.

O médico examinou Maria Valentina e disse que ela teria que ser levada às pressas para a capital. Mas, depois disso, Maria disse ter voltado para casa com a neta e pedido oração a Maria da Cruz.

Maria disse que depois de três horas após ter feito o pedido de cura em oração,foi surpreendida com a neta indo na direção dela, andando e pedindo para mamar.

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Segundo a aposentada, ao contar o que aconteceu, os médicos que atenderam a neta ficaram surpresos com a história. “A equipe médica acreditou, pois atendeu a criança em um dia e no posterior a menina estava bem e saudável”, disse.


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