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Família alega que menina de 2 anos morreu em hospital após receber agulhada no pescoço

Menina não conseguia se alimentar e apresentava diarreia

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Foto: Arquivo pessoal
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Ana Manoella Pereira Capela dos Anjos, de dois anos, morreu após dar entrada em uma unidade de saúde de Santos, no litoral de São Paulo, com diarreia. A família relata que recebeu a notícia da morte pouco tempo depois da menina entrar no hospital correndo e brincando.

De acordo com o auxiliar de segurança patrimonial Clécio Pereira Capela, de 35 anos, que é tio de Ana Manoella, a menina começou a apresentar os sintomas na noite da última segunda-feira (14). Ele relatou que Ana Manoella não conseguia se alimentar e apresentava diarreia.

A menina foi encaminhada para A Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde a equipe médica iniciou os procedimentos para aplicação de soro fisiológico. Clécio conta que os profissionais de saúde decidiram perfurar o pescoço da menina, após não conseguirem acessar a veia dos braços. Após algum tempo, a equipe informou que Ana havia morrido.

Clécia Pereira Capela, mãe de Manoella, conta que a filha era saudável e não possuía histórico de doenças. “Não sei explicar o que aconteceu, trouxe ela ao médico porque não não estava comendo nada. Nunca tinha tido nada”, informou Clécia ao Portal G1.

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A Prefeitura de Santos relata que a menina deu entrada na unidade com um quadro clínico grava e foi encaminhada para a emergência. Durante o tratamento, Ana Manoella teve uma parada cardíaca. A equipe médica realizou todas as manobras de ressuscitação, mas a menina veio a óbito. A equipe era composta por um coordenador, dois pediatras e um emergencista.

Os profissionais de saúde ressaltaram que, devido a desidratação profunda, é comum utilizar uma via de acesso na veia jugular externa ou jugular interna, e que, portanto, não há qualquer relação entre a medida e a causa do óbito.

A administração relata que informou à família a necessidade de encaminhar o corpo para o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), a fim de concluir a causa da morte. Entretanto, por determinação do governo estadual, o SVO não está em funcionamento. Por isso, a família realizou um Boletim de Ocorrência (B.O.) com solicitação de necropsia, e mesmo sem a suspeita de morte violenta, o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML).




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