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Barbie do crime volta para cadeia

Ré foi condenada em setembro de 2015 a prestar serviços comunitários e ao pagamento de multa de 10 salários mínimos

Foto: Reprodução/Instagram

A modelo Bruna Cristine Menezes de Castro, de 30 anos, conhecida como Barbie do Crime, voltou a ser presa. Segundo o juiz, a acusada, que foi condenada por aplicar golpes nas redes sociais, não cumpriu com a pena de prestação de serviços à comunidade nem compareceu às audiências. Atualmente, a modelo também responde por outras denúncias de estelionato no Rio de Janeiro e em Brasília.

A ré foi condenada em setembro de 2015 a prestar serviços comunitários e ao pagamento de multa de 10 salários mínimos. A decisão foi expedida pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO). Ela teria aplicado golpes em duas pessoas. As vítima compraram celulares com Bruna, mas nunca receberam o produto. Outras 100 pessoas procuraram as autoridades para denunciar supostos golpes praticados pela acusada.

Na época, Bruna confessou o crime e disse que estava arrependida. Na última quarta-feira (18), o juiz Wilson da Silva Dias, da Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas, da comarca de Goiânia, determinou que a suspeita retorne para prisão. Ele afirma que a ré encontra-se irregular nas condições legais e judiciais, pois não cumpriu com a pena que lhe foi determinada.

Segundo a decisão, a ré não cumpre a pena de prestação de serviços à comunidade desde 2017. Ela mudou de endereço diversas vezes sem comunicar à Justiça e não compareceu a, ao menos, seis audiência de justificação.

Conforme o documento, após pedido da defesa, o magistrado marcou para o dia 5 de fevereiro de 2020 uma nova audiência de justificação, onde foi dada uma oportunidade para que a sentenciada pudesse cumprir as determinações. No entanto, não compareceu.

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Uma nova audiência foi marcada para 13 de janeiro de 2021, mas a defesa pediu a remarcação, sob a alegação de que Bruna estaria infectada com a Covid-19.

Com isso, o magistrado remarcou a audiência para 10 de fevereiro. Bruna faltou novamente a sessão, alegando que seu filho havia testado positivo para a Covid-19. No entanto, nenhum documento médico foi apresentado.

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