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Após 10 anos vivendo em canil, cadelinha finalmente é adotada

“Coloquei uma roupinha e ela se apaixonou pela grama”, relatou a juíza que adotou Peppa

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Foto: Arquivo pessoal
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Peppa, uma cachorrinha que viveu uma década inteira dentro de um canil, era o animal mais antigo do abrigo para cães, até que finalmente foi adotada. A juíza Alcina Beres, de 60 anos, ficou sensibilizada com a história da cadelinha e resolveu adotá-la. 

Peppa viva no Canil Municipal de Guarujá-SP, onde sempre foi bem tratada pelos funcionários do local. O animal aguardou por 10 anos para receber o amor e o carinho de uma família. Alcina conta que se encantou pela história de Peppa e não teve dúvidas de que deveria ajudar a cadelinha, dando à ela um novo lar. Com isso, a  juíza  entrou em contato com o abrigo e, poucos dias depois, recebeu o mais novo membro da família.

Alcina conta que passou a chamar cadelinha de Pê. “Sempre que chamo Pepê, ela vem rebolando na minha direção. Ela já está muito adaptada, é uma delícia. A primeira noite foi mais complicada, continuava um pouco triste e não saía de perto do portão. Acredito que seja parecido com o que ela tinha no canil. No dia seguinte já comeu melhor, coloquei uma roupinha e ela se apaixonou pela grama”, relatou a juíza ao Portal G1. 

Últimos dias no canil

A coordenadora da Diretoria de Proteção e Bem Estar Animal, Vivi Vargas, conta que Peppa era um animal triste e quieto, antes de ser adotada. Ela tinha breves momentos de alegria, quando o funcionário Anésio de Carvalho, que acompanhou sua trajetória no canil, aparecia. Além disso, os funcionários relataram que ela não saía nunca e sempre voltava para a baia.

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As reações de Peppa fizeram com que os funcionários iniciassem uma busca por um adotante com o apoio da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal de Santos (Codevida), além da ONG Viva Bicho. Com isso, a juíza Alcina Beres teve acesso à história de Peppa e resolveu adotar a cadelinha 

“Tudo que a Peppa (agora Pê) precisava era do amor de um tutor. Ela não sabia o que era isso. Várias pessoas cuidavam dela no canil, todos com muito carinho, mas foram anos vendo animais entrando e saindo, veterinários entrando e saindo, e ela continuava lá. Temos acompanhado sua nova rotina. A Alcina manda fotos e vídeos todos os dias e ela está com um rostinho muito mais feliz”, relata Vivi.


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