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Uniceub/Brasília inicia caminhada em busca do bi na Liga das Américas

Arquivo Geral

27/04/2012 9h01

 

Ian Ferraz

ian.ferraz@jornaldebrasilia.com.br

 

Estrear com o pé direito. Uma expressão tão comum no esporte pode significar mais do que se imagina. Pelo menos no caso do UniCeub/BRB, que dá continuidade à briga pelo bicampeonato da Liga das Américas, hoje, contra os argentinos do Obras Sanitárias, às 20h. A maratona de três jogos em três dias será disputada em Formosa, na Argentina. Uma derrota logo no primeiro jogo pode custar o tão sonhado título.

 

A missão não é nada fácil, já que o adversário é considerado, pelos próprios brasileiros, o mais encardido dos três – La Unión de Formosa (ARG) e Pioneros de Quintana (MEX) são os outros rivais do Final Four. “O mais qualificado em termos de resultado é o Obras Sanitarias, que foi campeão sul-americano e está nas semifinais do Campeonato Argentino”, alerta o treinador José Carlos Vidal. 

 

Segundo o ala Arthur, a estreia fará a diferença no quadrangular final da Liga. “O Obras é muito forte, estão invictos no campeonato deles. Começar com vitória, com o pé direito é muito bom”, acredita.

 

O UniCeub/BRB disputou seis jogos até chegar ao Final Four. Uma das cenas mais marcantes foi na vitória sobre o Capitanes de Arecibo, de Porto Rico. O triunfo veio nos segundos finais, com uma cesta de Nezinho. Perguntado se gostaria que aquela cena se repetisse, o armador rebate na hora. 

 

“Espero que não! Que a gente vença os jogos com mais facilidade, porque foram jogos bem difíceis. Já vimos os vídeos das equipes que vamos encontrar e acho que o nível do nosso jogo vai estar bem melhor lá em Formosa”, aposta.

 

Americanos preocupam

Com exceção do UniCeub/BRB, que tem apenas jogadores de seu país de origem, os rivais estão recheados de norte-americanos. No Obras Sanitárias, são três atletas. Nos anfitriões do La Unión de Formosa, outro trio. O time mexicano é o que tem mais americanos: seis no total. 

 

Nezinho ressaltou a qualidade dos adversários, mas levantou a moral dos brasileiros. “São os jogadores que têm uma individualidade melhor. Na Argentina, eles fazem grande diferença, porque os times jogam bastante tecnicamente e eles conseguem sair. Mas eu acho que os brasileiros podem fazer a diferença e levar esse campeonato”, aposta alto o camisa 23 candango.

 

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