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Arquivo Geral

09/05/2013 10h35

Ao contrário do que a grande maioria pensa, nem sempre o descanso é a melhor opção. No caso do UniCeub/BRB, que precisou jogar os cinco jogos das quartas de final, o desgaste físico pode ser bem-vindo. Com um histórico de lesões no time titular, a equipe candanga hoje enfrenta o São José, às 19h, no Ginásio Nilson Nelson. O confronto vale a classificação para as semifinais do Novo Basquete Brasil (NBB).

 

Segundo o fisiologista da equipe, Hildeamo Bonifácio, há todo um controle que envolve o desempenho dos jogadores para que eles não sejam sobrecarregados com os jogos. O profissional afirmou que houve o cuidado de poupar alguns deles no último confronto das equipes, o que resultou na derrota de segunda-feira para os paulistas. 

 

“Arthur estava sentindo dores lombares. Ele podia ter jogado, mas achamos melhor poupá-lo para o jogo de amanhã (hoje)”, discursa Hildeamo. “O corpo humano é uma máquina perfeita. Se houver o respeito dos limites, quanto mais você buscar, mais o corpo vai querer.”

 

Ao contrário do discurso de que o descanso seria bom quando houve a classificação para as quartas de final, desta vez parece que estar em quadra é melhor do que repousar. “O Flamengo classificou e agora está parado, esperando o rival. Ou seja, o ritmo de jogo diminui. Nós estamos em atividade, o que é bem melhor”, compara o fisiologista. 

 

DENTRO DA NORMALIDADE

Durante vários jogos, alguns atletas apresentaram lesões que, segundo Hildeamo, são classificadas como previsíveis. “Pelo excesso de uso, há uma fadiga e as lesões aparecem, como foi o caso do Arthur e do Giovannoni. Já o Rossi foi afastado por uma lesão no joelho por uma pancada e ficou 35 dias longe das quadras”, conclui. 

 

Últimas lesões:

Nezinho: Teve uma queda de imunidade, mas é certo no jogo de hoje

Arthur:  Sentiu dor na região lombar e foi poupado do último jogo

Paulão:  Com um endema no joelho, não atuou na Liga das Américas

Giovannoni: Torceu o tornozelo e não participou do Jogo das Estrelas

 

Paulão: está com cara de final

Com o fator casa sendo fundamental na série de quartas de final, candangos e paulistas farão o quinto jogo do confronto. Agora é tudo ou nada. Ou vence, ou dá adeus ao Novo Basquete Brasil (NBB). Nas quatro partidas anteriores, quem jogou em casa venceu e o UniCeub/BRB tem a chance de usar o incentivo da torcida como chave para a vitória.

 

“Todo mundo sabe que temos que fazer de tudo para ganhar essa partida. O clima está tenso tanto para nós, como para eles. É um jogo com clima de final”, atestou o pivô Paulão Prestes.

 

Pilha

Com uma atuação bastante abaixo da que apresentou em casa, o UniCeub/BRB perdeu para o São José por 14 pontos de diferença, no interior paulista. “Muitos de nós, mas especialmente eu, estavam muito desligados. Esse foi o nosso grande erro. Amanhã (hoje), a torcida pode esperar o Brasília de sempre e totalmente concentrado”, conclui Paulão.

 

A arquibancada custa R$ 20. Há meia-entrada.

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