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O motor voltou

Arquivo Geral

19/08/2013 8h45

No último sábado, completaram-se 30 dias da morte da piloto Vanessa Daya. Ontem, o Autódromo Internacional Nelson Piquet voltou às suas atividades normais após a apresentação do relatório da comissão técnica, que julgou ser uma fatalidade o acidente da brasiliense. Primeiro lugar na prova que abriu a sequência de competições de ontem, André Gama falou sobre a saudade que Vanessa deixou.

 

“A gente lamenta muito a situação, mas sabemos que foi uma fatalidade. Se nos preocuparmos com a nossa morte, não sairíamos nem de casa”, diz o atleta.

 

O box usado por Vanessa continua fechado e, na frente dele, um tapete vermelho suporta a moto que era usada por ela quando não competia. O lema estampado no banner: “Aos pássaros, duas asas. Às mulheres, duas rodas”, recorda a determinação que ela deixou de herança. 

 

Legado

 

Acompanhada da psicóloga Kelen Dantas, que foi contratada pela Federação de Motociclismo desde a morte de Vanessa para acompanhar os pilotos, a amiga Indy Munoz foi pega de surpresa pela reportagem enquanto passava maquiagem. “É o legado que Vanessa nos deixou. Ela sempre brigava quando não me cuidava antes de correr”, recorda.

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