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Com chancela da CBB, Giovannoni lança associação de atletas em SP

Arquivo Geral

15/08/2013 17h15

A Associação de Atletas Profissionais de Basquetebol do Brasil (AAPB) foi lançada oficialmente na tarde desta quinta-feira, em São Paulo. O hotel que abriga a Seleção antes da Copa América da Venezuela recebeu o evento, já que o ala-pivô Guilherme Giovannoni é o presidente da entidade.

 

Idealizada no final de 2008, a AAPB acabou esquecida e foi efetivada recentemente por Giovannoni ao lado do ex-jogador Douglas Viegas, diretor executivo da entidade. A Associação conta com a assistência dos advogados Felipe Orsolini e Sebastião Alves Pereira Neto.

 

A AAPB já tem a chancela da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) e deve ganhar em breve o reconhecimento da Liga Nacional de Basquete (LNB), organizadora do Novo Basquete Brasil (NBB). O próximo passo é enviar um comunicado para todas as Federações estaduais do País.

 

Recentemente, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) convidou a AAPB a indicar dois representantes para compor a bancada do basquete, medida que foi vista por Giovannoni como um sinal da efetividade da associação, apesar de seu pouco tempo de vida.

 

“Nosso intuito não é aquela coisa sindicalista de ficar falando apenas dos direitos dos jogadores. Todos os atletas têm direitos e deveres. A ideia é fazer com que o basquete cresça como um todo. Assim, todo o mundo sai ganhando”, declarou Giovannoni.

 

Com passagem pelo basquete europeu, o atleta de 33 anos, atual jogador do Brasília e da Seleção, já participou de reuniões da LNB e da Confederação Pan-americana de Basquete. Com a criação da AAPB, ele espera ser ouvido para tratar de temas diretamente ligados aos jogadores, como o sistema disputa de um campeonato, por exemplo.

 

Giovannoni vem trabalhando para efetivar a Associação há cerca de um ano e meio. Um encontro com seu correspondente argentino serviu como inspiração e exemplo para evitar os mesmos erros. A entidade do país vizinho ainda se mostrou disposta a fazer uma parceria para lutar por melhorias em torneios internacionais.

 

A AAPB ainda engatinha – Giovannoni disse ter apenas 100 atletas em sua lista de e-mails -, mas tem metas ousadas para os próximos anos. Abraçar o basquete feminino, aplicar os princípios da Lei Pelé, pleitear uma pensão aos jogadores que encerram a carreira e orientar os atletas sobre seus contratos estão entre os objetivos da entidade.

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