Neste final de semana (de 1 a 3 de maio), a Praia de Pajuçara, em Maceió (AL), será sede da segunda edição do Super Praia, torneio que fecha o Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia. Campeões entre os homens no ano passado, quando a competição ocorreu em Salvador, Alison e Bruno Schmidt sabem da importância e das dificuldades que enfrentarão em sua chave, que tem os já campeões do circuito e medalhistas olímpicos Ricardo e Emanuel.
“Temos uma chave muito equilibrada, estrearemos, por exemplo, contra os cabeças de chave Ricardo e Emanuel. É um torneio que reúne as melhores equipes, o que nos deixa bastante motivados. Gostamos destes campeonatos especiais. Todos os jogos poderiam ser uma final de etapa do Circuito Brasileiro, são grandes times. A recuperação do Alison está a todo vapor então nossa motivação está transbordando”, comentou Bruno Schmidt.
Quem também está se preparando para o torneio é Talita, que ao lado de Taiana em 2014 conquistou o lugar mais alto do pódio na Bahia. Agora formando uma nova dupla com a experiente Larissa, bronze nas Olimpíadas de Londres 2012.
“É um torneio diferente porque se classificam só os melhores times. E é um campeonato que só acontece uma vez por temporada, com um campeão independente do Circuito Brasileiro. Além disso, a premiação é muito bacana e as atenções ficam todas voltadas a ele. Fomos campeãs brasileiras e vamos lutar muito para também conquistarmos esse título. Quero defender a conquista que tive no ano passado, com a Taiana”, disse a sul-mato-grossense.
O torneio Super Praia é dividido em duas ‘divisões’: A e B. A primeira reúne as oito melhores duplas do circuito em cada gênero; a segunda, da 9ª à 16ª melhor parceria. Oito times são divididos em dois grupos, dos quais o melhor colocado avança direto às semifinais e os segundos e terceiros disputam o Round 2, uma espécie de repescagem. Depois, os vencedores jogam as semifinais e lutam por uma vaga na disputa pelo ouro.
A premiação aos vencedores do Super Praia é um incentivo a mais para os atletas. Os times campeões da categoria A recebem pouco menos de 80 mil reais, quantia maior que o pago aos vencedores de uma etapa open do Circuito Mundial, por exemplo (11 mil dólares).