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Coluna Léo Dias

Luisa Mell ganhou do marido floresta de 1 milhão de m2: ‘custou bem caro’

O terreno escolhido é tão grande que ocupa uma área entre dois municípios na Grande São Paulo, Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires

Léo Dias

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“Há pessoas que querem bolsas caríssimas, Chanel. Eu não uso isso porque sou vegana. Então, meu marido me deu esse presente, foi bem caro”. É com essa frase que Luisa Mell conta para a Coluna do Leo Dias um pouco mais sobre sua nova aquisição: uma floresta de 1 milhão de m2, que ganhou do marido, e pretende tornar um santuário para animais silvestres e exóticos. Ela quer que no local vivam bichos que já não podem mais estar em seu habitat natural.

O terreno escolhido é tão grande que ocupa uma área entre dois municípios na Grande São Paulo, Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires.

“Ainda não não dá para saber quantos animais serão resgatados porque cada um que for salvo farei uma arrecadação. O santuário irá se manter da mesma forma que meu instituto se mantém: através de doações de pessoas físicas e empresas, e das vendas dos produtos da nossa lojinha. Nunca tive ajuda do governo”, ressalta ela.

Luísa continua e conta o que a despertou esse desejo de proteger animais silvestres: “O animal que me despertou para esse projeto foi um urso que estava num hotel que faliu em Aracaju. Ele ficou preso em um lugar minúsculo. Atualmente, eu salvo cães, gatos, cavalos, pássaros, porco, mas esses animais também tenho que conseguir resgatar. Estou dando entrada na papelada para conseguir resgatar animais silvestres, que até então só conseguia em parceria com outras ONGs“.

A apresentadora, em conversa com a Coluna, chora ao lembrar que não conseguiu resgatar o urso que ficou no hotel em Aracaju. O animal morreu meses depois, e a ativista chegou a ficar depressiva por três meses ao pensar na situação que o bicho estava. Mas a tristeza acabou dando forças para ela lutar pela construção de um espaço próprio para recuperação de animais. Para entender o funcionamento dos santuários, ela foi à África aprender sobre as áreas de preservação do continente.

Com colaboração de Lucas Pasin

O conteúdo publicado nesta Coluna não corresponde necessariamente à opinião ou à postura do Jornal de Brasília, de forma que o jornalista subscritor é inteiramente responsável pelo teor da matéria.

“Preservar uma área dessa magnitude é um presente para a humanidade e futuras gerações, como meu filho, que tem 4 anos. Estamos vivendo na beira do colapso ambiental total. O santuário é um mundo novo que estamos tentando construir, espero despertar esse novo olhar nas pessoas”, finaliza Luisa sobre seu novo projeto.


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