Além de todos os lances da crise envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, em torno do dinheiro supostamente para o filme sobre Jair Bolsonaro, o JBrNews de hoje trata de outro caso importante. A Comissão de Mortos e Desaparecidos está rediscutindo as circunstâncias da morte de Juscelino Kubitschek em 22 de agosto de 1976.
A rediscussão acontece a partir de um relatório da historiadora Maria Cecília Adão, que levanta a hipótese de não ter sido um acidente automobilístico, mas um atentado. A partir do mesmo ponto que, há 30 anos, levou o presidente da Casa JK, Serafim Jardim, pedir na ocasião a reabertura do caso: não haveria indícios de que um ônibus bateu na traseira do carro de Juscelino, provocando o acidente.
Essa é a versão oficial: o ônibus bateu, desgovernou o carro, que atravessou o canteiro e bateu de frente em um caminhão. Se não houve a batida do ônibus no carro, o que, então aconteceu? Esse é o ponto que Serafim questionava e agora questiona Maria Cecília. O JBrNews conversou com Serafim Jardim e traz os detalhes desse questionamento. Com Rudolfo Lago.