Maior surpresa na lista dos 34 atletas pré-convocados pelo técnico Dunga para a disputa da Copa América na Venezuela, o goleiro Diego não escondia a felicidade durante a reapresentação do elenco do Atlético-MG, na última segunda-feira, na Cidade do Galo. Animado, o camisa 1 agradeceu os treinadores que teve no Alvinegro e relacionou a convocação à regularidade do grupo atleticano, em boa fase desde a seqüência na última Série B.
“Fico grato pelo meu trabalho estar sendo reconhecido pelo Dunga. Tem vários goleiros novos que também estão aparecendo, então é motivo de felicidade e de orgulho. Sempre passei pela seleção brasileira de base e é mérito do trabalho que venho desenvolvendo no clube. Sempre falei que a regularidade é importante, que é fundamental na carreira de um goleiro, se for bem nesse aspecto muita gente vai observar e é o que eu sempre pretendi desde que cheguei aqui no Atlético”, destacou Diego.
A lista definitiva dos inscritos na Copa América sairá no dia 6. Como Dunga chamou apenas três arqueiros, as chances do atleticano ir à Venezuela são grandes. O atleta jogaria no 17 de junho contra o Figueirense, no Mineirão, pela sexta rodada, voltando apenas no dia 7 de julho diante do Grêmio, novamente no Gigante da Pampulha, pela décima jornada. Isso é claro, se a participação brasileira terminar na primeira fase. Senão, volta apenas após 15 de julho, data da decisão.
“É uma coisa que eu busco na minha carreira, que estou começando; e o objetivo de todo jogador é chegar à seleção brasileira. Tinha em mente, tinha esse objetivo e tenho certeza que a minha família deve estar muito feliz e é o reconhecimento pelo meu trabalho no clube. Fico muito orgulhoso de vestir a camisa do Atlético”, completou.
Diego faz parte do planejamento elaborado por Dunga, de dar chances a jogadores com idade olímpica (sub-23). O jogador freqüenta as seleções de base desde a sub-18 e garante um arqueiro atleticano no escrete nacional desde Émerson, que herdou por apenas um jogo a camisa de outro ex-Galo, Taffarel, na vitória de 5 x 1 sobre a Rússia, em amistoso disputado no Castelão, no dia 18 de novembro de 1998.
“Não sei o que ele (Dunga) está pensando. Ele falou que está pensando nas Olimpíadas, por isso eu fico ainda mais nervoso. Para chegar às Olimpíadas é preciso ter trabalho e tempo, os jogos serão só no ano que vem. Você ganha confiança depois que mostra bom trabalho em vários jogos. Vou tentar manter o ritmo, pois quero muito estar no grupo olímpico. Sei que a lista não é oficial, mas só de estar nessa lista já é motivo de orgulho e de felicidade, até mesmo porque ninguém esperava e foi uma coisa que aconteceu devido ao meu trabalho no clube”, assegurou.
Após a euforia inicial, as incertezas começam a ficar mais evidentes para o arqueiro atleticano. Principalmente após a confirmação da proposta da Lazio, que gira em torno de 2,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 6,55 milhões). Fiorentina e Juventus também têm interesse em Diego, dono de passaporte italiano e bem lúcido quanto ao seu futuro.
“O Ziza (Valadares, presidente do Galo) sempre deixa as coisas bem claras, me informou de todos os detalhes. Esse negócio de proposta não vai subir para a cabeça, estou bem calma, tenho os dois pés no chão. O Ziza falou para negociarmos com calma, mas enquanto eu estiver no Atlético, vai ser a única camisa com a qual eu me preocuparei. Trabalho, preserverança, persistência. São coisas que ninguém sabe o que passamos aqui no dia-a-dia, daria até para escrever um livro”, brincou.
“Fico grato pelo meu trabalho estar sendo reconhecido pelo Dunga. Tem vários goleiros novos que também estão aparecendo, então é motivo de felicidade e de orgulho. Sempre passei pela seleção brasileira de base e é mérito do trabalho que venho desenvolvendo no clube. Sempre falei que a regularidade é importante, que é fundamental na carreira de um goleiro, se for bem nesse aspecto muita gente vai observar e é o que eu sempre pretendi desde que cheguei aqui no Atlético”, destacou Diego.
A lista definitiva dos inscritos na Copa América sairá no dia 6. Como Dunga chamou apenas três arqueiros, as chances do atleticano ir à Venezuela são grandes. O atleta jogaria no 17 de junho contra o Figueirense, no Mineirão, pela sexta rodada, voltando apenas no dia 7 de julho diante do Grêmio, novamente no Gigante da Pampulha, pela décima jornada. Isso é claro, se a participação brasileira terminar na primeira fase. Senão, volta apenas após 15 de julho, data da decisão.
“É uma coisa que eu busco na minha carreira, que estou começando; e o objetivo de todo jogador é chegar à seleção brasileira. Tinha em mente, tinha esse objetivo e tenho certeza que a minha família deve estar muito feliz e é o reconhecimento pelo meu trabalho no clube. Fico muito orgulhoso de vestir a camisa do Atlético”, completou.
Diego faz parte do planejamento elaborado por Dunga, de dar chances a jogadores com idade olímpica (sub-23). O jogador freqüenta as seleções de base desde a sub-18 e garante um arqueiro atleticano no escrete nacional desde Émerson, que herdou por apenas um jogo a camisa de outro ex-Galo, Taffarel, na vitória de 5 x 1 sobre a Rússia, em amistoso disputado no Castelão, no dia 18 de novembro de 1998.
“Não sei o que ele (Dunga) está pensando. Ele falou que está pensando nas Olimpíadas, por isso eu fico ainda mais nervoso. Para chegar às Olimpíadas é preciso ter trabalho e tempo, os jogos serão só no ano que vem. Você ganha confiança depois que mostra bom trabalho em vários jogos. Vou tentar manter o ritmo, pois quero muito estar no grupo olímpico. Sei que a lista não é oficial, mas só de estar nessa lista já é motivo de orgulho e de felicidade, até mesmo porque ninguém esperava e foi uma coisa que aconteceu devido ao meu trabalho no clube”, assegurou.
Após a euforia inicial, as incertezas começam a ficar mais evidentes para o arqueiro atleticano. Principalmente após a confirmação da proposta da Lazio, que gira em torno de 2,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 6,55 milhões). Fiorentina e Juventus também têm interesse em Diego, dono de passaporte italiano e bem lúcido quanto ao seu futuro.
“O Ziza (Valadares, presidente do Galo) sempre deixa as coisas bem claras, me informou de todos os detalhes. Esse negócio de proposta não vai subir para a cabeça, estou bem calma, tenho os dois pés no chão. O Ziza falou para negociarmos com calma, mas enquanto eu estiver no Atlético, vai ser a única camisa com a qual eu me preocuparei. Trabalho, preserverança, persistência. São coisas que ninguém sabe o que passamos aqui no dia-a-dia, daria até para escrever um livro”, brincou.