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Futebol

Zagueiro argentino do Timão confessa que tem que melhorar

Arquivo Geral

09/08/2006 0h00

O zagueiro Sebá por pouco não virou vilão após a falha que resultou no gol do Atlético-PR, que abriu o placar no confronto do último sábado. Para sua sorte, porém, o Corinthians reagiu e conseguiu a virada ainda no primeiro tempo, garantindo a quebra de uma seqüência de oito jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro.

Hoje, o jogador aproveitou para agradecer a postura da torcida após o gol e admitiu que ainda sente certa dificuldade de se adaptar ao futebol brasileiro. “A cobrança é normal, principalmente porque estamos passando por um momento muito ruim. Mas o ideal é ter o apoio que tivemos contra o Atlético, pois, para sairmos do fundo da tabela, precisamos dos jogadores, da torcida e da diretoria”, comentou.

“Não tive muita cobrança no jogo depois de errar. Na parte de pegada, marcação, não estou passando por um momento ruim. Preciso melhorar a parte técnica porque isso é muito visto aqui no Brasil. Sei que não tenho a regularidade de antes de vir para cá. Não tenho nenhum problema com a torcida ou com a diretoria. O problema é comigo mesmo, porque sei que posso render mais”, continuou o zagueiro.

Sebá lamenta que a zaga seja o maior alvo das críticas da imprensa. “Desde que eu cheguei, todos os meus companheiros diziam que esse era o setor mais criticado não só no Corinthians, mas no Brasil. Quando se faz bolão aqui, nunca se coloca 0 x 0. As atenções são sempre voltadas para o ataque”, sorri, comparando que o futebol brasileiro é mais ofensivo e menos duro do que na Argentina.

Na próxima partida, o Corinthians volta ao Pacaembu para enfrentar o Figueirense. O zagueiro não teme ser vaiado pela torcida e comemora o fato de o time jogar pela segunda vez consecutiva em casa. “Jogar no Pacaembu sempre é diferente. A gente sente uma força muito grande e acabamos jogando mais soltos. O ideal era fazer isso em qualquer lugar, mas lá tem uma mística, não sei, todos se sentem mais confiantes”, afirma.

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