A Ponte Preta recebeu nesta terça-feira o Vitória em busca da reabilitação no Moisés Lucarelli após perder para o Marília por 2 x 1 na última terça-feira, no que foi a primeira derrota da Macaca em seu estádio.
No entanto, sendo dominada desde o primeiro minuto pelo Leão baiano, a Ponte mostrou um péssimo futebol e foi derrotada por 3 x 0. A equipe caiu para a 12ª colocação geral no Campeonato Brasileiro da Série B. Já o Vitória chegou aos 44 pontos, mas ainda não conseguiu entrar novamente no G-4 por conta da vitória do Criciúma.
Em um primeiro tempo fraquíssimo, Ponte Preta e Vitória não conseguiam transformar a posse de bola em gols. Com um jogo muito truncado no meio-campo, o destaque da metade inicial foi a expulsão do técnico campineiro, Paulo Comelli, que estava falando com Alex Terra, mas o árbitro Álvaro Quelhas entendeu que as reclamações eram com ele.
Com a bola rolando, a única real chance de gol veio de uma cobrança de falta. Aos 46, Joãozinho cobrou infração na trave direita de Dênis, assustando o goleiro e a torcida da Macaca. No entanto, a partida foi para o intervalo empatada em 0 x 0.
Se a Ponte Preta se salvou de tomar o gol nos acréscimos do primeiro tempo, na segunda etapa, não teve jeito. Logo aos cinco minutos, Joãozinho cruzou, Dênis deu um tapa na bola, mas esta sobrou na cabeça de Bida, que não teve trabalho para abrir o placar no Majestoso.
O Vitória quase ampliou aos oito, em chute de Jackson, mas a bola foi para fora. Se o rubro-negro errou o alvo, o paulista Ricardo Conceição não. O camisa cinco da Ponte arriscou de fora da área um minuto depois, mas Ney fez boa defesa, no cantinho.
Com a facilidade de quem parecia estar jogando em casa, o Vitória chegava fácil no gol da Ponte Preta. Aos 14, Bida tocou para Adriano, que demorou muito para dominar e chutar, o que acabou fazendo com que a bola fosse para fora.
Um minuto depois, o mesmo Adriano recebeu de Daniel dentro da área, mas demorou demais para fazer o passe para Joãozinho, que estava livre dentro da área. Célio chegou a tempo e afastou o perigo para longe da meta de Dênis.
Porém, depois de perder dois gols feitos, Adriano se redimiu. O camisa 11 recebeu na esquerda, carregou sem que ninguém o parasse, invadiu a área e bateu por baixo de Dênis, que nada pôde fazer, aos 16 minutos. O 2 x 0 começou a suscitar vaias do meio da torcida campineira.
A Macaca não se encontrava na partida. Batendo cabeça, Célio e Anderson não conseguiam parar os atacantes do Leão, que faziam a festa na defesa da Ponte. E, de tanto se mostrarem perdidos na partida, os defensores do time da casa tomaram mais um gol.
Aos 20, Jackson cobrou escanteio da direita e Chicão entrou sozinho na primeira trave, cabeceando firme para fazer 3 x 0 Vitória. Dênis nada pôde fazer. O terceiro gol dos baianos fez com que muitos torcedores da Ponte Preta deixassem as dependências do Majestoso.
A Ponte até tentou reagir, mas o abatimento do time e o goleiro Ney, inspirado, impediram que a equipe da casa tentasse diminuir a desvantagem. No final, sob gritos de “olé” da torcida adversária contra a própria Macaca, o Vitória comemorou os 3 x 0 e a manutenção do melhor ataque da competição, agora com 54 gols feitos.
No entanto, sendo dominada desde o primeiro minuto pelo Leão baiano, a Ponte mostrou um péssimo futebol e foi derrotada por 3 x 0. A equipe caiu para a 12ª colocação geral no Campeonato Brasileiro da Série B. Já o Vitória chegou aos 44 pontos, mas ainda não conseguiu entrar novamente no G-4 por conta da vitória do Criciúma.
Em um primeiro tempo fraquíssimo, Ponte Preta e Vitória não conseguiam transformar a posse de bola em gols. Com um jogo muito truncado no meio-campo, o destaque da metade inicial foi a expulsão do técnico campineiro, Paulo Comelli, que estava falando com Alex Terra, mas o árbitro Álvaro Quelhas entendeu que as reclamações eram com ele.
Com a bola rolando, a única real chance de gol veio de uma cobrança de falta. Aos 46, Joãozinho cobrou infração na trave direita de Dênis, assustando o goleiro e a torcida da Macaca. No entanto, a partida foi para o intervalo empatada em 0 x 0.
Se a Ponte Preta se salvou de tomar o gol nos acréscimos do primeiro tempo, na segunda etapa, não teve jeito. Logo aos cinco minutos, Joãozinho cruzou, Dênis deu um tapa na bola, mas esta sobrou na cabeça de Bida, que não teve trabalho para abrir o placar no Majestoso.
O Vitória quase ampliou aos oito, em chute de Jackson, mas a bola foi para fora. Se o rubro-negro errou o alvo, o paulista Ricardo Conceição não. O camisa cinco da Ponte arriscou de fora da área um minuto depois, mas Ney fez boa defesa, no cantinho.
Com a facilidade de quem parecia estar jogando em casa, o Vitória chegava fácil no gol da Ponte Preta. Aos 14, Bida tocou para Adriano, que demorou muito para dominar e chutar, o que acabou fazendo com que a bola fosse para fora.
Um minuto depois, o mesmo Adriano recebeu de Daniel dentro da área, mas demorou demais para fazer o passe para Joãozinho, que estava livre dentro da área. Célio chegou a tempo e afastou o perigo para longe da meta de Dênis.
Porém, depois de perder dois gols feitos, Adriano se redimiu. O camisa 11 recebeu na esquerda, carregou sem que ninguém o parasse, invadiu a área e bateu por baixo de Dênis, que nada pôde fazer, aos 16 minutos. O 2 x 0 começou a suscitar vaias do meio da torcida campineira.
A Macaca não se encontrava na partida. Batendo cabeça, Célio e Anderson não conseguiam parar os atacantes do Leão, que faziam a festa na defesa da Ponte. E, de tanto se mostrarem perdidos na partida, os defensores do time da casa tomaram mais um gol.
Aos 20, Jackson cobrou escanteio da direita e Chicão entrou sozinho na primeira trave, cabeceando firme para fazer 3 x 0 Vitória. Dênis nada pôde fazer. O terceiro gol dos baianos fez com que muitos torcedores da Ponte Preta deixassem as dependências do Majestoso.
A Ponte até tentou reagir, mas o abatimento do time e o goleiro Ney, inspirado, impediram que a equipe da casa tentasse diminuir a desvantagem. No final, sob gritos de “olé” da torcida adversária contra a própria Macaca, o Vitória comemorou os 3 x 0 e a manutenção do melhor ataque da competição, agora com 54 gols feitos.