A assessoria de imprensa do clube também confirma a permanência de Vilar no comando do clube pelo menos até a partida contra o Grêmio, dia 4 de outubro. Além da situação do técnico, o encontro também serviu para discutir a possível demissão do diretor de futebol Salvador Hugo Palaia. Em meio ao mistério que reina no Parque Antártica, Corcione acredita que nada foi decidido sobre o cartola.
“Penso que não teve decisão nesse sentido. Resta aguardar, pois não é algo que deve ser decidido depressa. Ele é um diretor de futebol, com quem o (presidente Afonso) Della Monica conta há muitos anos, como profissional e amigo. Não é uma decisão que sai em um dia”, explicou.
Como o clube só volta a campo em 4 de outubro, para enfrentar o Grêmio, Corcione avisou que mais reuniões devem ser realizadas, tanto para definir o tempo de sobrevida de Vilar quanto para discutir o futuro de Palaia.
“Acho que foi mais uma reunião preliminar e amanhã (terça) pode ter mais alguma posição nesse sentido. Como eu imaginava, não houve nenhum tipo de decisão hoje (segunda)”, afirmou.
A crise no Palmeiras explodiu depois da derrota para o lanterna Santa Cruz, na quinta-feira passada, quando Palaia mandou o então técnico “calar a boca e parar de falar dos árbitros”. No dia seguinte, o comandante pediu demissão, aumentando a pressão sobre o cartola.
Porém, a vitória do Verdão sob o comando de Vilar no clássico contra o São Paulo acalmou os bastidores do clube. A reportagem da GE.Net tentou entrar em contato com o vice-presidente do clube, José Cyrillo Jr., e com o diretor Palaia, que estiveram na reunião desta segunda, mas seus telefones encontravam-se desligados.
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