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Futebol

Verdão vive dilema no Rio: retranca ou time ofensivo?

Arquivo Geral

24/09/2010 15h02

No Campeonato Brasileiro, o Palmeiras alcança os melhores resultados fora de casa, justamente no momento em que aposta em escalações mais cautelosas – chegou a atuar com quatro volantes na recente vitória contra o Grêmio Prudente. Mas no jogo contra o Flamengo, neste sábado, no Engenhão, o técnico Luiz Felipe Scolari recebe o retorno de opções talentosas como Valdívia e Lincoln. O treinador está com um verdadeiro “pepino” nas mãos.

Aos jogadores, a ordem é evitar palpites no trabalho da comissão técnica. O meio-campista Márcio Araújo valoriza a presença de atletas especializados em criar jogadas ofensivas, mesmo ciente de que o time perde força na marcação.

“Nas partidas em que não tivemos o Valdívia e o Lincoln, nós jogamos fechados e conquistamos vitórias. Isso também aconteceu contra o Atlético-MG. Mas era o que havia de melhor no nosso elenco naquele momento, não tínhamos outras opções”, desconversa Márcio Araújo.

Já o goleiro Deola acredita que o Palmeiras não pode perder a obsessão pela marcação. Ele lembra, portanto, que até mesmo os jogadores ofensivos precisam contribuir no sistema defensivo da equipe.

“Hoje em dia, o jeito de jogar futebol é muito diferente. Há uma ou outra exceção, mas as equipes que atuam fechadas conseguem os bons resultados”, aposta o camisa 22.

No confronto marcado para o estádio Engenhão, apenas Valdívia deve atuar como titular do Palmeiras – volante Pierre é o favorito para perder a vaga. Em compensação, Lincoln, por questões físicas, não é utilizado desde o início de agosto e ficará, no máximo, no banco de reservas.

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