O presidente da Federação Venezuelana de Futebol, Rafael Esquivel Melo, assegurou que todos os países participantes da Copa América estarão em campo. A declaração tem como objetivo desmentir as ameaças feitas por Bolívia, Equador, Colômbia e Peru em abandonar a competição, que será disputada na Venezuela no final de junho, em represália à decisão da Fifa de proibir jogos internacionais em cidades acima de 2.500m de altitude.
“A Copa América não está em risco por causa da decisão da Fifa que afeta nossos países irmãos. Todos estarão presentes e não há nenhuma intenção dos presidentes de Equador, Peru e Colômbia em não participar, se a Venezuela não os apoiar. Não é uma chantagem”, garantiu Esquivel.
O presidente afirmou que conversou com dirigentes das federações de alguns países andinos e todos prometeram disputar a competição. “Tanto Luis Chiriboga Acosta, da Federação do Equador, como Lucho Bedoya, da Colômbia, e Carlos Chavez, da Bolívia, desmentiram as especulações de não participar”, contou.
Esquivel crê que tudo será esclarecido e resolvido na próxima reunião do Comitê Executivo da Conmebol, em 15 de junho. “Nós nos reuniremos em Assunção para discutir as medidas da Fifa e estamos seguros que se chegará a um consenso que beneficiará o futebol sul-americano em geral e aos nossos países irmãos, sem afetar o desenvolvimento normal da Copa América”.
Um dia antes da reunião, Bolívia, Colômbia, Peru e Equador prometem apresentar à equipe médica da Conmebol um respaldo científico com os efeitos da altitude na saúde dos jogadores. Além disso, dirigentes bolivianos afirmaram que conversaram com o presidente da Fifa, Joseph Blatter, e teriam recebido a garantia de que a entidade adiou a decisão definitiva sobre as novas regras para 15 de junho.
Após a polêmica decisão da Fifa, a Venezuela foi o único país a mostrar apoio a Bolívia, Equador, Colômbia e Peru, que consideram a medida da entidade máxima de futebol uma forma de ajudar países tradicionais como Brasil, Argentina e Uruguai.
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O presidente afirmou que conversou com dirigentes das federações de alguns países andinos e todos prometeram disputar a competição. “Tanto Luis Chiriboga Acosta, da Federação do Equador, como Lucho Bedoya, da Colômbia, e Carlos Chavez, da Bolívia, desmentiram as especulações de não participar”, contou.
Esquivel crê que tudo será esclarecido e resolvido na próxima reunião do Comitê Executivo da Conmebol, em 15 de junho. “Nós nos reuniremos em Assunção para discutir as medidas da Fifa e estamos seguros que se chegará a um consenso que beneficiará o futebol sul-americano em geral e aos nossos países irmãos, sem afetar o desenvolvimento normal da Copa América”.
Um dia antes da reunião, Bolívia, Colômbia, Peru e Equador prometem apresentar à equipe médica da Conmebol um respaldo científico com os efeitos da altitude na saúde dos jogadores. Além disso, dirigentes bolivianos afirmaram que conversaram com o presidente da Fifa, Joseph Blatter, e teriam recebido a garantia de que a entidade adiou a decisão definitiva sobre as novas regras para 15 de junho.
Após a polêmica decisão da Fifa, a Venezuela foi o único país a mostrar apoio a Bolívia, Equador, Colômbia e Peru, que consideram a medida da entidade máxima de futebol uma forma de ajudar países tradicionais como Brasil, Argentina e Uruguai.