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Futebol

Vasco não fala em 2008 e Leandro Amaral contesta cláusula contratual

Arquivo Geral

30/11/2007 0h00

A diretoria do Vasco tem evitado entrevistas sobre o futuro do clube. O ano de 2008 só começará a ser pensado na Colina após o jogo do próximo domingo contra o Paraná Clube, em São Januário, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Com 51 pontos conquistados, o Cruzmaltino precisa de um triunfo para garantir vaga na próxima Copa Sul-Americana.

Mesmo sem a definição sobre o futuro treinador, o clube vai trabalhar em duas frentes a partir da próxima segunda-feira: manter os jogadores que interessam e partir em busca de reforços. O primeiro objetivo, de certa forma, já começou a ser trabalhado quando o presidente Eurico Miranda anunciou a renovação de contrato do atacante Leandro Amaral, mesmo contrariando o jogador com a situação. O Cruzmaltino exerceu o direito dado por uma cláusula, que previa a renovação unilateral.

“Essa renovação unilateral não me agrada nem um pouco. Não ficarei contente se o Vasco acertar as coisas dessa maneira, pois acredito que o diálogo é o mais importante em qualquer negociação”, disse Leandro Amaral.

No banco, o Vasco ainda não definiu se o técnico Valdir Espinosa será mantido no cargo ou se um outro profissional será contratado, hipótese mais provável. Fontes ligadas à diretoria dão conta de que Alfredo Sampaio, que recentemente deixou o Avaí-SC e se destacou no Rio de Janeiro dirigindo o Madureira, pode assumir o comando da equipe.

Além de tentar manter seus principais jogadores o Vasco já se movimenta para contratar reforços. Nesta sexta-feira surgiu a informação de que o supervisor Paulo Angioni estaria negociando com os zagueiros argentinos Sebastian Dominguez e Leandro Desabato, que estão disputando o Torneio Apertura da Argentina pelo Estudiantes.

O primeiro defendeu o Corinthians e tem seus direitos federativos ligados ao MSI, fundo de investimento que administrava o departamento de futebol do Timão. Isso pode facilitar a negociação devido ao bom relacionamento entre Angioni e o MSI. O segundo ficou conhecido do torcedor brasileiro ao ser preso quando defendia o Quilmes, acusado de fazer ofensas racistas ao atacante Grafite, do São Paulo, na Taça Libertadores de 2004.

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