Menu
Futebol

Vale o que vier

Arquivo Geral

27/11/2013 9h50

A partida do último fim de semana ainda nem havia terminado, mas os torcedores do São Paulo fizeram questão de lembrar o foco do time: “É quarta-feira, é quarta-feira”, gritavam. O dia tão esperado por eles chegou. Hoje, às 21h50, o Tricolor encara a Ponte Preta, em Mogi, precisando de um resultado histórico para chegar à decisão da Copa Sul-Americana. 

 

Derrotado por 3 x 1 no duelo de ida, no Morumbi, o São Paulo precisa bater a Macaca por três gols de diferença – ou vantagem de dois gols, desde que marque quatro.

 

A vantagem construída no jogo de ida, porém, não ilude os jogadores da Ponte Preta. Mantendo um discurso de muita cautela, o time de Campinas prepara para fazer seu jogo mais importante no ano e um dos maiores de sua história.

 

Dependendo de um milagre para não ser rebaixada no Campeonato Brasileiro, a Ponte Preta aposta tudo na Sul-Americana para salvar a temporada. Além de amenizar a dor pela queda iminente para a Série B, a vaga na final contra Lanús (Argentina) ou Libertad (Paraguai) manteria o sonho dos campineiros de conquistarem o primeiro título expressivo, após 113 anos de fundação. “Quem sabe não podemos conquistar este título tão sonhado?”, indagou o técnico Jorginho.

 

Embora tenha uma situação aparentemente confortável, o técnico Jorginho descarta um jogo fácil nesta quarta. “Eles têm um time qualificado e acostumado a esse tipo de torneio e não podemos relaxar. Assim como nós fomos lá e vencemos, por 3 a 1, eles podem vir aqui e fazer o mesmo”, avisou.

 

Nem tão importante

O técnico do São Paulo, Muricy Ramalho, minimizou a importância da semifinal e disse que seu objetivo na temporada já foi alcançado. O treinador afirmou que a meta de evitar o rebaixamento foi cumprida e que avançar para a decisão seria um extra.

 

“A grande meta, infelizmente, era essa (não cair). Foram vários (jogos) mais importantes (do que o de quarta). Naquela época, nem dava para pensar em Sul-Americana”, afirmou o treinador.

 

No banco

Luis Fabiano se sentará no banco de reservas do São Paulo pelo terceiro jogo consecutivo, o segundo diante da Ponte Preta. Uma situação nova na carreira que deixa sentido não só o atacante, mas também Muricy Ramalho.

 

“Também sinto muito o que ele está sentindo. Porque fui jogador e respeito muito. Mas tenho que ter minha maneira de trabalhar. De escalar o que estiver melhor, não importando o nome do jogador. Se dá resultado… Senão não consigo ter o grupo na mão”, justificou o comandante tricolor.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado