Recordista em cartões amarelos recebidos no Campeonato Brasileiro ao lado do volante Pierre, com nove advertências, o chileno Valdívia recebeu um puxão de orelhas do técnico Caio Júnior e da cúpula alviverde, preocupados com o alto índice de punições.
Na partida contra o Náutico, os já conhecidos gestos do “Mago” ao reclamar de faltas não marcadas sobre si ou para pedir cartões aos adversários não aconteceram. Questionado a respeito, o camisa dez admitiu que está se policiando mais, mas não resistiu e deu uma “cutucadinha” no árbitro que comandou o jogo contra os pernambucanos, Carlos Eugênio Simon.
“O Simon fala espanhol. Foi mais fácil. Xinguei ele em espanhol”, brincou, para, na seqüência, falar mais sério. “Nunca falei impropérios (palavrões) em espanhol. O (Gilberto) Cipullo e o Caio (Júnior) conversaram comigo, pois não é comum um meia tomar tanto cartão. Estou trabalhando para melhorar isso”.
Para Valdívia, o rigor da arbitragem brasileira é responsável pelo alto número de cartões recebidos na competição nacional. O jogador, que tem no currículo uma rápida passagem pelo futebol espanhol, comparou os critérios dos árbitros brasileiros e estrangeiros.
“No futebol europeu todo mundo faz o que eu faço (o gesto) e dá carrinho. Já vi isso em jogos do Real Madrid e do Manchester. Aqui, às vezes, o juiz fica irritado, porque deve ter saído mal de casa, sei lá. É mais complicado. Lá eles conversam com o jogador, dão conselhos. Aqui os árbitros são mais rigorosos, qualquer coisa é cartão”, concluiu.
Na partida contra o Náutico, os já conhecidos gestos do “Mago” ao reclamar de faltas não marcadas sobre si ou para pedir cartões aos adversários não aconteceram. Questionado a respeito, o camisa dez admitiu que está se policiando mais, mas não resistiu e deu uma “cutucadinha” no árbitro que comandou o jogo contra os pernambucanos, Carlos Eugênio Simon.
“O Simon fala espanhol. Foi mais fácil. Xinguei ele em espanhol”, brincou, para, na seqüência, falar mais sério. “Nunca falei impropérios (palavrões) em espanhol. O (Gilberto) Cipullo e o Caio (Júnior) conversaram comigo, pois não é comum um meia tomar tanto cartão. Estou trabalhando para melhorar isso”.
Para Valdívia, o rigor da arbitragem brasileira é responsável pelo alto número de cartões recebidos na competição nacional. O jogador, que tem no currículo uma rápida passagem pelo futebol espanhol, comparou os critérios dos árbitros brasileiros e estrangeiros.
“No futebol europeu todo mundo faz o que eu faço (o gesto) e dá carrinho. Já vi isso em jogos do Real Madrid e do Manchester. Aqui, às vezes, o juiz fica irritado, porque deve ter saído mal de casa, sei lá. É mais complicado. Lá eles conversam com o jogador, dão conselhos. Aqui os árbitros são mais rigorosos, qualquer coisa é cartão”, concluiu.