Se antes de a bola começar a rolar as torcidas de Guaratinguetá e Ponte Preta deram um exemplo de civilidade nas imediações do estádio e dentro do Professor Dario Rodrigues Leite, bastou a bola começar a rolar para a confusão começar.
Eram passados 13 minutos de jogo quando a principal torcida organizada da Ponte Preta, posicionada atrás do gol de Fábio, do Guará, passou a trocar socos e pontapés com os policiais militares.
Corajosos, os poucos PMs distribuíram borrachadas e aguardaram o reforço do Batalhão de Choque, que chegou pára acabar com a confusão espirrando gás de pimenta nos marginais disfarçados de torcedores da Macaca, que passaram a ficar acuados em um canto da arquibancada.
O saldo da confusão deixou marcas no setor, pois os torcedores chegaram a arrancar as grandes de proteção para usar os ferros como armas contra os policiais. Tudo isso enquanto a bola rolava solta no gramado, com o jogo bastante disputado entre os postulantes à decisão.