Em uma reunião realizada em Lucerna, na Suíça, o Comitê Executivo da Uefa anunciou mudanças importantes na forma de disputa da Liga dos Campeões a partir da próxima temporada. Além das finais agora serem disputadas aos sábados, a fase eliminatória foi significativamente modificada.
Ao contrário dos últimos anos, a Uefa determinou que a final da Liga dos Campeões não será mais disputada no meio da semana, e sim no sábado. O objetivo é trazer ainda mais espectadores para o evento.
Apesar da fase de grupos e não ter sido modificada – 32 times disputam duas vagas em oito grupos –, a maneira como os clubes acessam essa etapa foi alterada. Primeiramente, 22 equipes se classificarão diretamente, diferente dos anos anteriores, onde apenas 16 trilhavam este caminho. Das novas seis vagas concedidas, três serão destinadas aos terceiro colocados das competições nacionais dos três primeiros países no ranking da Uefa. As outras três vão para os campeões nacionais de países que estejam entre o décimo e o 12º lugar do ranking da Uefa.
A fase classificatória, agora dividida em duas, será responsável por trazer mais dez clubes à etapa de grupos. De um lado, os campeões de países entre a 13ª e a 53ª colocação (com exceção de Lichtenstein) vão disputar cinco vagas. Os times que não forem campões de países classificados de primeiro a 15º lugar, e que não estiverm classificados por outros critérios, brigarão pelas vagas remanescentes.
Segundo o presidente da Uefa, Michel Platini, a decisão deixa a Liga dos Campeões mais aberta a times com menor tradição no futebol. “Estamos todos de acordo que será uma competição que irá providenciar um espetáculo considerável”, declarou. “Eu queria mais democracia na fase eliminatória, e o Comitê Executivo entendeu essa mensagem”.
A Uefa também anunciou que a Copa Intertoto, que classificava equipes para a Copa da Uefa, deixará de ser disputada. A Supercopa da Uefa, que coloca o campeão da Liga dos Campeões frente-a-frente com o detentor do título da Copa da Uefa, não sofreu alterações.
Ao contrário dos últimos anos, a Uefa determinou que a final da Liga dos Campeões não será mais disputada no meio da semana, e sim no sábado. O objetivo é trazer ainda mais espectadores para o evento.
Apesar da fase de grupos e não ter sido modificada – 32 times disputam duas vagas em oito grupos –, a maneira como os clubes acessam essa etapa foi alterada. Primeiramente, 22 equipes se classificarão diretamente, diferente dos anos anteriores, onde apenas 16 trilhavam este caminho. Das novas seis vagas concedidas, três serão destinadas aos terceiro colocados das competições nacionais dos três primeiros países no ranking da Uefa. As outras três vão para os campeões nacionais de países que estejam entre o décimo e o 12º lugar do ranking da Uefa.
A fase classificatória, agora dividida em duas, será responsável por trazer mais dez clubes à etapa de grupos. De um lado, os campeões de países entre a 13ª e a 53ª colocação (com exceção de Lichtenstein) vão disputar cinco vagas. Os times que não forem campões de países classificados de primeiro a 15º lugar, e que não estiverm classificados por outros critérios, brigarão pelas vagas remanescentes.
Segundo o presidente da Uefa, Michel Platini, a decisão deixa a Liga dos Campeões mais aberta a times com menor tradição no futebol. “Estamos todos de acordo que será uma competição que irá providenciar um espetáculo considerável”, declarou. “Eu queria mais democracia na fase eliminatória, e o Comitê Executivo entendeu essa mensagem”.
A Uefa também anunciou que a Copa Intertoto, que classificava equipes para a Copa da Uefa, deixará de ser disputada. A Supercopa da Uefa, que coloca o campeão da Liga dos Campeões frente-a-frente com o detentor do título da Copa da Uefa, não sofreu alterações.