O volante Magrão fez sua despedida do Parque São Jorge na manhã desta terça-feira. Já sem vestir o uniforme do clube e deixando transparecer sua tristeza com o desfecho da negociação do Corinthians com o Yokohama Marinos, o jogador avisou à torcida que não faltou empenho da direção por sua permanência no Alvinegro.
“Ontem (segunda), chegaram a esse acordo. Não faltou empenho da diretoria, que tentou me comprar e prorrogar o empréstimo. Mas os japoneses estão irredutíveis e só aceitam me vender. Estou triste, não queria sair”, explicou.
O contrato de Magrão com o Corinthians se estenderia até 30 de junho, mas, diante da indefinição com o Yokohama, o clube paulista acabou chegando a um acordo com o atleta para o desligamento imediato. Como fez durante toda sua passagem pelo Parque São Jorge, o volante fez questão de lembrar sua identificação com o clube.
“Não seria ético da minha parte ficar para jogar apenas oito partidas e depois sair. O Carpegiani está montando a equipe agora e minha saída depois atrapalharia. Houve essa decisão e automaticamente tenho de voltar ao Japão. Há alguns interessados por mim, mas ainda não chegou nada concreto. Cheguei aqui há oito meses como um ex-corintiano, e agora saio como um corintiano. Sou grato ao clube”, comentou o volante, que pouco depois lembrou ser um profissional.
Magrão se mostrou precavido nesta terça para evitar o mesmo erro que cometeu quando defendia o Palmeiras. Na época em que vestia as cores do rival, o meio-campista disse que nunca atuaria pelo Timão. Agora, porém, o atleta prefere não afastar rivais de seu destino, já que ainda sonha em seguir no Brasil.
“O Corinthians me deu um exemplo de que não posso falar as palavras ‘jamais’ ou ‘nunca’. A torcida do Corinthians me deu uma lição ao ficar gritando meu nome mesmo depois de eu ter falado. Não posso dizer em não jogar aqui ou ali. Foi um presente ter jogado no Corinthians e minha família resgatou sua torcida pelo clube. Meu pai não precisa mais esconder colchões e toalhas do clube. Mas eu sou profissional”, explicou.
O jogador tem vínculo junto à equipe japonesa até janeiro de 2009 e não descarta também voltar a vestir um dia a camisa alvinegra. “Agradeço à torcida por ter me recebido e, mesmo com o sentimento de tristeza, tenho gratidão. Se não voltar, também estou realizado. Vi aqui a imagem de clube do povo, de garra, de superação… Eu via isso de fora, mas só tive uma real noção aqui. Espero ter deixado as portas abertas e a diretoria passou que sim”, afirmou.
“Ontem (segunda), chegaram a esse acordo. Não faltou empenho da diretoria, que tentou me comprar e prorrogar o empréstimo. Mas os japoneses estão irredutíveis e só aceitam me vender. Estou triste, não queria sair”, explicou.
O contrato de Magrão com o Corinthians se estenderia até 30 de junho, mas, diante da indefinição com o Yokohama, o clube paulista acabou chegando a um acordo com o atleta para o desligamento imediato. Como fez durante toda sua passagem pelo Parque São Jorge, o volante fez questão de lembrar sua identificação com o clube.
“Não seria ético da minha parte ficar para jogar apenas oito partidas e depois sair. O Carpegiani está montando a equipe agora e minha saída depois atrapalharia. Houve essa decisão e automaticamente tenho de voltar ao Japão. Há alguns interessados por mim, mas ainda não chegou nada concreto. Cheguei aqui há oito meses como um ex-corintiano, e agora saio como um corintiano. Sou grato ao clube”, comentou o volante, que pouco depois lembrou ser um profissional.
Magrão se mostrou precavido nesta terça para evitar o mesmo erro que cometeu quando defendia o Palmeiras. Na época em que vestia as cores do rival, o meio-campista disse que nunca atuaria pelo Timão. Agora, porém, o atleta prefere não afastar rivais de seu destino, já que ainda sonha em seguir no Brasil.
“O Corinthians me deu um exemplo de que não posso falar as palavras ‘jamais’ ou ‘nunca’. A torcida do Corinthians me deu uma lição ao ficar gritando meu nome mesmo depois de eu ter falado. Não posso dizer em não jogar aqui ou ali. Foi um presente ter jogado no Corinthians e minha família resgatou sua torcida pelo clube. Meu pai não precisa mais esconder colchões e toalhas do clube. Mas eu sou profissional”, explicou.
O jogador tem vínculo junto à equipe japonesa até janeiro de 2009 e não descarta também voltar a vestir um dia a camisa alvinegra. “Agradeço à torcida por ter me recebido e, mesmo com o sentimento de tristeza, tenho gratidão. Se não voltar, também estou realizado. Vi aqui a imagem de clube do povo, de garra, de superação… Eu via isso de fora, mas só tive uma real noção aqui. Espero ter deixado as portas abertas e a diretoria passou que sim”, afirmou.