Como havia requisitado a diretoria palmeirense na última sexta-feira, o julgamento do técnico Wanderley Luxemburgo, que seria realizado hoje, foi adiado para o dia dez de março.
A justificativa da diretoria alviverde em seu pedido encaminhado ao Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) foi de que o departamento jurídico do clube precisaria de mais tempo para preparar a defesa do treinador. O presidente da entidade, Edmo João Gela, acatou a solicitação.
“Ainda estamos colhendo as últimas provas para a defesa e em razão disso optamos pelo adiamento. Queremos reunir todos os detalhes possíveis para efetuar bem a defesa”, explicou Luiz Roberto Martins Castro, advogado do Palmeiras que defenderá Luxemburgo no caso.
A expulsão do comandante do Verdão no primeiro tempo do empate com o Rio Preto no Parque Antártica, no último dia 20, será julgada. O técnico foi enquadrado nos artigos 188 e 189 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), por “manifestar-se de forma desrespeitosa, ou ofensiva, contra membros do Conselho Nacional de Esporte; dos poderes das entidades desportivas ou da Justiça Desportiva, e contra árbitro ou auxiliar em razão de suas atribuições, ou ameaçá-los”. A pena máxima que pode atingir Luxemburgo é de um ano, mas membros do TJD-SP admitem que é difícil que esta seja a opção da entidade.
A discussão será em torno das declarações do técnico em relação à expulsão decidida pelo árbitro Paulo Roberto Ferreira no duelo com o Rio Preto. Após o jogo, Luxa declarou que o episódio era previsto e não poupou críticas ao Coronel Marcos Marinho, presidente da Comissão de Arbitragem da FPF.
A justificativa da diretoria alviverde em seu pedido encaminhado ao Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) foi de que o departamento jurídico do clube precisaria de mais tempo para preparar a defesa do treinador. O presidente da entidade, Edmo João Gela, acatou a solicitação.
“Ainda estamos colhendo as últimas provas para a defesa e em razão disso optamos pelo adiamento. Queremos reunir todos os detalhes possíveis para efetuar bem a defesa”, explicou Luiz Roberto Martins Castro, advogado do Palmeiras que defenderá Luxemburgo no caso.
A expulsão do comandante do Verdão no primeiro tempo do empate com o Rio Preto no Parque Antártica, no último dia 20, será julgada. O técnico foi enquadrado nos artigos 188 e 189 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), por “manifestar-se de forma desrespeitosa, ou ofensiva, contra membros do Conselho Nacional de Esporte; dos poderes das entidades desportivas ou da Justiça Desportiva, e contra árbitro ou auxiliar em razão de suas atribuições, ou ameaçá-los”. A pena máxima que pode atingir Luxemburgo é de um ano, mas membros do TJD-SP admitem que é difícil que esta seja a opção da entidade.
A discussão será em torno das declarações do técnico em relação à expulsão decidida pelo árbitro Paulo Roberto Ferreira no duelo com o Rio Preto. Após o jogo, Luxa declarou que o episódio era previsto e não poupou críticas ao Coronel Marcos Marinho, presidente da Comissão de Arbitragem da FPF.