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Futebol

Tite prefere festejar com caipirinha a planejar renovação contratual

Arquivo Geral

18/07/2013 9h50

Tite se enrolou em uma bandeira do Corinthians para dar uma volta olímpica, isolado de seus jogadores, logo após a conquista da Recopa Sul-americana. Acenou para o público que o ovacionava e, como já notou a sua filha, não dispensou o cumprimento “com uma batida de mão seguida de um soquinho” ao ficar diante de uma criança. Tudo o que ele queria naquele momento era festejar.

 

O presidente Mário Gobbi, ao contrário, já estava preocupado com o futuro do Corinthians – e com o do próprio Tite – assim que a decisão com o São Paulo acabou. Avisou que se inquietava com a sequência da temporada e principalmente com a possibilidade de perder o treinador no final do ano, quando acabará o vínculo estabelecido em contrato.

 

“Vamos comemorar agora. Sei que o presidente também quer comemorar”, supôs Tite, sem disposição para projetar qualquer negociação para prolongar a sua trajetória no Corinthians. “Prefiro tomar uma caipira com a minha esposa e falar com os meus filhos. O resto pode esperar”, postergou o comandante, que sempre cita a caipirinha como o drinque ideal para os seus momentos de alegria profissional.

 

Nos últimos anos, Tite teve vários motivos para se embriagar com as suas “caipiras”, como gosta de dizer. O técnico que foi mantido pelo clube mesmo com a vexatória eliminação na pré-Libertadores de 2011, diante do colombiano Tolima, conquistou o Campeonato Brasileiro daquele ano, a Copa Libertadores da América e o Mundial de Clubes de 2012 e o Campeonato Paulista e a Recopa nesta temporada.

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