O Corinthians começa nesta quarta-feira diante do Lanús, da Argentina, sua participação na fase internacional da Copa Sul-americana 2006. Até o momento, o Timão disputou somente dois confrontos em toda a história da competição diante de equipes estrangeiras. O saldo: uma classificação e uma eliminação.
Os embates internacionais ocorreram ano passado. Nas oitavas-de-final, o Corinthians empatou duas vezes contra o River Plate, da Argentina, mas garantiu a vaga pelo número de gols marcados fora de casa. Já nas quartas-de-final, acabou eliminado pelo Pumas, do México, depois de vencer na capital paulista por 2 x 1 e perder por 3 x 0 fora de seus domínios.
Em casa, contando também as partidas diante de brasileiros, o Corinthians tem um desempenho apenas regular na Copa Sul-americana. Em cinco jogos, o clube de Parque São Jorge venceu dois, empatou dois e perdeu um.
A disputa da vaga contra o Lanús é cercada de vários ingredientes para o Corinthians. Primeiro, o Timão quer apagar o fantasma do fracasso da Libertadores no primeiro semestre contra um outro argentino, o River Plate. Além disso, o técnico Emerson Leão tem péssimas lembranças do próximo adversário.
Em 1997, no comando do Atlético-MG, o treinador corintiano chegou a ser atingido por uma barra de ferro e sofreu três fraturas no osso do rosto em uma briga generalizada com jogadores, comissão técnica e dirigentes do Lanús. A agressão obrigou o técnico a passar por uma cirurgia corretiva e implantar miniplacas de titânio na face.
“Não vamos lá para fazer graça para ninguém, vamos para ganhar. Faremos nosso trabalho, que é jogar futebol, e se tiver pau de novo, não tem problema nenhum. Se precisar, vamos para o pau”, avisou Leão.
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