A goleada por 5 x 0 que a seleção brasileira feminina aplicou sobre a Nova Zelândia, na estréia na Copa do Mundo, teve uma característica predominante: os chutes de fora da área, que originaram três gols. O técnico Jorge Barcellos explica que essa alternativa foi indicada por ele, mas o comandante também destacou outras qualidades.
“Os chutes de longa distância são uma das determinações que faço, principalmente quando a defesa adversária está muito fechada, que foi o que aconteceu em alguns momentos do jogo. A seleção arriscou e foi muito feliz. Mas também pressionamos as zagueiras delas”, apontou Barcellos. “Todas as atacantes estiveram bem, não somente nos chutes de longa distância, mas também dentro da área”, elogiou.
O brasileiro, porém, analisou as dificuldades que a seleção enfrentou na etapa inicial, quando marcou apenas um gol, aos dez minutos. “No primeiro tempo tivemos muitas dificuldades, principalmente porque insistimos em tentar lançamentos longos. No segundo tempo, o time melhorou porque colocou a bola no chão e teve mais facilidade e chegou aos gols”, ponderou o comandante.
E essas diferenças entre os dois tempos de jogo também afetou a meia Marta, segundo Barcellos. “No primeiro tempo, Marta não jogou bem porque as neozelandesas estavam marcando muito firme. No segundo tempo ela esteve muito melhor, como todos vimos, e esteve mais envolvida nas nossas jogadas ofensivas. No geral, ela se destacou”.
Passada a estréia, o Brasil se prepara para enfrentar no próximo sábado a China, anfitriã e uma das favoritas para vencer o Mundial. E Barcellos já começa a se preocupar com as dificuldades que terá pela frente.
“A seleção tem algumas coisas para melhorar, mas temos dois dias para isso: um para descansar e outro para treinar. O jogo contra a China vai ser duro, o mais difícil da primeira fase, principalmente devido ao fato de a China também ser forte e jogar em casa”, finalizou.
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O brasileiro, porém, analisou as dificuldades que a seleção enfrentou na etapa inicial, quando marcou apenas um gol, aos dez minutos. “No primeiro tempo tivemos muitas dificuldades, principalmente porque insistimos em tentar lançamentos longos. No segundo tempo, o time melhorou porque colocou a bola no chão e teve mais facilidade e chegou aos gols”, ponderou o comandante.
E essas diferenças entre os dois tempos de jogo também afetou a meia Marta, segundo Barcellos. “No primeiro tempo, Marta não jogou bem porque as neozelandesas estavam marcando muito firme. No segundo tempo ela esteve muito melhor, como todos vimos, e esteve mais envolvida nas nossas jogadas ofensivas. No geral, ela se destacou”.
Passada a estréia, o Brasil se prepara para enfrentar no próximo sábado a China, anfitriã e uma das favoritas para vencer o Mundial. E Barcellos já começa a se preocupar com as dificuldades que terá pela frente.
“A seleção tem algumas coisas para melhorar, mas temos dois dias para isso: um para descansar e outro para treinar. O jogo contra a China vai ser duro, o mais difícil da primeira fase, principalmente devido ao fato de a China também ser forte e jogar em casa”, finalizou.
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