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Futebol

Sport de olho aberto contra <i>artificíos</i> vascainos

Arquivo Geral

26/05/2008 0h00

Na primeira partida entre Sport e Vasco pelas semifinais da Copa do Brasil, os pernambucanos se aproveitaram da vantagem de jogar em casa e venceram por 2 a 0. Agora, o Leão da Ilha do Retiro pode perder por um e até dois gols de diferença – desde que marquem um – para que se classifiquem para as finais da competição.

Ciente da prerrogativa, o time rubro-negro sabe também da pressão que os vascaínos podem exercer dentro e fora de campo em busca do resultado favorável. Por isso, os dirigentes do Sport confirmaram neste domingo que embarcam para o Rio de Janeiro com um aparato especial de segurança.

“Vamos procurar dar o máximo de tranqüilidade ao time e à comissão técnica. Inclusive, vamos examinar as condições dos vestiários bem antes da hora do jogo, apesar de achar que esses artifícios já fazem parte do passado”, avisou Álvaro Figueira, diretor de futebol do Sport, segundo o diário Jornal do Commercio.

O Vasco precisa reverter o revés para avançar à decisão. E como o dirigente Figueira já avisou, o Sport teme pelo uso de artifícios extracampo pelos vascaínos, como fogos de artifício e buzinaço nas proximidades do hotel – o que os próprios rubro-negros fizeram no jogo de ida.

No esquema idealizado pelo Sport, dois seguranças viajam desde Pernambuco para proteger o elenco. Na chegada ao Rio, nada menos que 20 homens se juntarão ao efetivo para garantir a tranqüilidade pedida por Álvaro Figueira. O grupo acompanha os jogadores no trajeto entre aeroporto e hotel e nos treinamentos.

Mesmo assim, os comandados de Nelsinho Batista tomam outras medidas em prol do descanso. “Já providenciamos tapa-ouvidos para nos prevenir do barulho. Se eles (vascaínos) soltarem fogos de madrugada, a gente dorme durante o dia, já que o jogo é somente às 22 horas”, brincou o atacante Carlinhos Bala.

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