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Futebol

Só Bachin e Hugo devem continuar no Brasiliense para o segundo turno

Arquivo Geral

28/03/2012 7h50

Petronilo Oliveira
petronilo.oliveira@jornaldebrasilia.com.br

 

Desde a sua chegada ao Brasiliense, o técnico Luiz Carlos Barbieri não exitou em dizer que seria necessária uma reformulação no elenco. Até o momento chegaram quatro atletas, sendo que apenas dois foram indicados pelo treinador: os laterais Rodrigo Ítalo (esquerdo) e Andrezinho (direito). Entretanto, três atacantes estão prestes a desembarcar na agremiação amarela.

O Jornal de Brasília apurou que um dos nomes é Diogo Galvão, da Anapolina. “Estamos conversando com ele, sim. Mas temos que conseguir a liberação dele já que tem vínculo com outro clube. Outros dois atacantes estão apalavrados, mas não posso revelar os nomes”, informa Barbieri.

Como o treinador deixou claro que pretende ter no máximo seis jogadores de frente em seu elenco, especula-se que Diego Lira, Daniel Amorim e Wudson estejam perto de deixar a Boca do Jacaré. “Ainda não definimos nada de saída. Mas é lógico que sempre que chegam alguns atletas, outros saem. Faz parte. O futebol é dinâmico mesmo. Não pode temer novos desafios”, avisa Barbieri, que revelou contar com Bachin. Ele recupera-se de um estiramento na coxa, mas até amanhã deve ser liberado pelo Departamento Médico.

“Nem foi cogitada a possibilidade do Bachin sair. A gente sabe que ele tem um problema no grave no ombro, mas contamos com ele. É um grande jogador. Qualificado”, elogia Barbieri. Um dos atacantes do elenco, Lucas Silva, fora emprestado ao Capital, juntamente com o lateral-esquerdo Victor.

 Acosta foi contratado para jogar como segundo atacante. Pelo menos, essa a ideia de Barbieri. “Ainda vou conversar com o jogador. Ele é inteligente e tem uma excelente visão de jogo. Então vai contribuir bastante”, acredita.

Clima de tensão

Os jogadores não escondem a ansiedade por não saberem se fazem parte dos planos de Barbieri. “Os mais novos ficam meio desestabilizados mesmo. Mas isso é normal”, diz Rodrigo Ítalo, recém-contratado. “Temos que nos preocupar sim. Pois quem for mandado embora é porque não rendeu”, avisa Diego Lira.

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