O São Paulo desconversa, diz que não há o interesse oficial, mas o clube do Morumbi aposta no bom tratamento a Adriano para cativar o jogador. O Imperador iniciou nesta tarde o trabalho de recuperação no Reffis do CCT da Barra Funda e, no que depender da atenção que receberá, tem tudo para se sentir em casa no Tricolor.
“A Europa é um país muito frio. Aqui o Adriano será bem tratado, falará com pessoas que tem o mesmo idioma que ele, estará em seu país. Vai ter à disposição coisas que talvez façam falta para ele na Itália”, destacou Marco Aurélio Cunha, superintendente de futebol do São Paulo.
O comportamento não é exclusivo da diretoria e staff do Tricolor. Os jogadores também prometem dar total dedicação ao atacante da Inter de Milão. “Meu procurador é o mesmo que o dele (o ex-goleiro Gilmar Rinaldi). O Adriano está bem de cabeça e o Reffis vai ajudá-lo muito na recuperação. O carinho que ele não tinha na Europa vai ter aqui. Pelo menos ele pode ter a certeza de que todos aqui pensam assim”, avaliou o zagueiro André Dias.
Se a diretoria desconversa sobre a permanência do Imperador após janeiro (prazo estabelecido pela Inter para a recuperação), os atletas alam abertamente em ter o atacante como companheiro para a Copa Libertadores do próximo ano.
“Se a forma como formos tratarmos for um fator predominante para que ele fique, já estamos ajudando nesse processo (risos). Quem não gostaria de ter o Adriano na equipe. Já até imaginei uma dupla de ataque Adriano/Aloísio. A zaga adversária ia ter problemas”, brincou André Dias.
Além de Rogério Ceni, Adriano também conhece pessoalmente o lateral-esquerdo Júnior, com quem atuou na seleção e em uma temporada no Parma, também da Itália. Como não está contundido, o jogador poderia participar normalmente dos treinos promovidos pelo técnico Muricy Ramalho, mas isso não passaria de sonho para o torcedor são-paulino.
“Ele está liberado para trabalhar dentro de campo, mas não é nossa intenção levá-lo para atividades com o resto do grupo. Pode até ser que isso naturalmente aconteça, entretanto no momento nossa prioridade não é essa e sim recuperar o seu futebol, principalmente o lado psicológico. Ninguém trabalha bem com o emocional abalado. Conhecemos a história dele, até de suas perdas familiares”, completou Cunha, referindo-se ao falecimento do pai de Adriano no ano passado.
“A Europa é um país muito frio. Aqui o Adriano será bem tratado, falará com pessoas que tem o mesmo idioma que ele, estará em seu país. Vai ter à disposição coisas que talvez façam falta para ele na Itália”, destacou Marco Aurélio Cunha, superintendente de futebol do São Paulo.
O comportamento não é exclusivo da diretoria e staff do Tricolor. Os jogadores também prometem dar total dedicação ao atacante da Inter de Milão. “Meu procurador é o mesmo que o dele (o ex-goleiro Gilmar Rinaldi). O Adriano está bem de cabeça e o Reffis vai ajudá-lo muito na recuperação. O carinho que ele não tinha na Europa vai ter aqui. Pelo menos ele pode ter a certeza de que todos aqui pensam assim”, avaliou o zagueiro André Dias.
Se a diretoria desconversa sobre a permanência do Imperador após janeiro (prazo estabelecido pela Inter para a recuperação), os atletas alam abertamente em ter o atacante como companheiro para a Copa Libertadores do próximo ano.
“Se a forma como formos tratarmos for um fator predominante para que ele fique, já estamos ajudando nesse processo (risos). Quem não gostaria de ter o Adriano na equipe. Já até imaginei uma dupla de ataque Adriano/Aloísio. A zaga adversária ia ter problemas”, brincou André Dias.
Além de Rogério Ceni, Adriano também conhece pessoalmente o lateral-esquerdo Júnior, com quem atuou na seleção e em uma temporada no Parma, também da Itália. Como não está contundido, o jogador poderia participar normalmente dos treinos promovidos pelo técnico Muricy Ramalho, mas isso não passaria de sonho para o torcedor são-paulino.
“Ele está liberado para trabalhar dentro de campo, mas não é nossa intenção levá-lo para atividades com o resto do grupo. Pode até ser que isso naturalmente aconteça, entretanto no momento nossa prioridade não é essa e sim recuperar o seu futebol, principalmente o lado psicológico. Ninguém trabalha bem com o emocional abalado. Conhecemos a história dele, até de suas perdas familiares”, completou Cunha, referindo-se ao falecimento do pai de Adriano no ano passado.