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Futebol

São Caetano tenta esquecer rebaixamento na estréia do estadual

Arquivo Geral

16/01/2007 0h00

Do céu ao inferno em três anos, o São Caetano tentará reviver seu dias de glória em 2007. Na temporada pregada como a “ressurreição” do Azulão, o clube usará o Campeonato Paulista para tentar provar que ainda pode tentar entrar no seleto grupo das grandes equipes. A primeira oportunidade para esquecer o rebaixamento no último Brasileirão será nesta quarta-feira, às 19h (de Brasília), na estréia no Estadual diante do Guaratinguetá, no Anacleto Campanella.

O rival do Vale da Paraíba é um dos caçulas na elite do Paulistão, mas promete dificultar o caminho dos rivais mais tradicionais do estado. O objetivo é chegar à Série C e alcançar também o mesmo prestígio nacional. “Nossa meta é fazer uma boa campanha. Queremos brigar para ficar pelo menos entre o quarto e o oitavo colocado e disputar o título do interior”, assegurou o técnico Carlos Rabello.

Para afastar a zebra logo no primeiro compromisso, o comandante do Azulão, Dorival Júnior, enfrenta problemas para definir os 11 iniciais. Após 12 dias de intertemporada em Itu, o saldo geral é de quatro contundidos: o lateral-direito Madson, o zagueiro Kléber, o lateral-esquerdo Cláudio e o goleiro Sílvio Luiz, que volta ao clube após passagem frustrante pelo Corinthians.

Aumentando a lista de problemas de Júnior, ainda o clube precisará superar o desentrosamento característico de quem sofreu grandes mudanças. Serão cinco caras novas da torcida: o zagueiro Maurício, os volantes Galiardo, Glaydson e Jonas, além do atacante Val Baiano. O meia Márcio Richards volta de empréstimo do Marília.

“O grupo foi todo refeito e ainda falta entrosamento, isso é bem natural. Estamos em um bom nível, levando-se em conta o tempo que tivemos para trabalhar. Mas é normal que o time oscile um pouco nas primeiras rodadas”, assegurou o treinador.

Sem poder com o goleiro Édson Bastos e o atacante Wellington Dias, suas maiores contratações para a competição, o Guaratinguetá inicia a disputa com algumas dúvidas. O volante Leo Mineiro, o meia Nenê e o atacante Vagner Carioca estão entregues ao departamento médico e não jogam. Célio, Leandro e Genílson entram em seus lugares, respectivamente.

“O São Caetano é um time grande, que temos que respeitar a camisa, mas não podemos temer. Vou aguardar uma posição do departamento médico para saber se posso contar com eles”, assegurou Rabello, contendo a euforia pela estréia de um clube da cidade após 42 anos de ausência na primeira divisão, com a extinta Desportiva. “Estão todos empolgados. A expectativa é muito grande para a partida aqui”, definiu.

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