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O Santos terá a chance de abafar o reinício da crise que acreditava ter superado. Se vencer o Chivas Guadalajara na noite desta terça-feira, na Vila Belmiro, a equipe comandada pelo técnico Emerson Leão assumirá a liderança do grupo 6 da Copa Libertadores da América, hoje ocupada pelos mexicanos.
A missão não é difícil apenas pelo momento do Santos, que vem de derrota para o Sertãozinho pelo Campeonato Paulista. Semifinalista da Libertadores em 2005 e 2006, o Chivas lidera o torneio Clausura do Campeonato Mexicano e está invicto há oito rodadas. “É uma pedreira”, definiu Leão.
O treinador do Santos, no entanto, confia no resultado positivo. “É fundamental vencer em casa o nosso adversário mais difícil no grupo. É complicado, porque eles têm um sentimento de nacionalidade muito grande, não aceitam estrangeiros e formam a base da seleção mexicana”, alertou.
Bastante patriota, Leão já superou a fama de não gostar de trabalhar com estrangeiros, mas acredita na qualidade dos brasileiros para obter sucesso na Libertadores. “Alcançamos a supremacia nessa competição quando passamos a dar valor a ela”, analisou o técnico, que sonha em surpreender como o Grêmio fez em 2007.
Por enquanto, no entanto, o Santos ainda não conseguiu silenciar o coro dos torcedores: “Libertadores com esse time não dá, não”. Para retomar a reação iniciada com as vitórias sobre Guarani e Ituano, pelo Estadual, Leão fez uma série de alterações em sua equipe, por motivos médicos e técnicos.
Por lesões, o técnico sacou o atacante Wesley, o zagueiro Domingos e o lateral-direito Denis. Em seus lugares, entraram o equatoriano Michael Jackson Quiñonez no meio-campo, o jovem Anderson Salles na defesa e o improvisado Adriano na lateral, que abriu vaga para o retorno de Marcinho Guerreiro.
As demais alterações não foram forçadas. O lateral-esquerdo Carleto e o atacante argentino Trípodi deixaram o time titular por opção de Leão, que improvisou o meia Luiz Henrique na lateral e testou o chileno Sebastián “El Tanque” Pinto, ainda em impasse com a Universidad do Chile, ao lado de Kléber Pereira.
A formação no jogo contra o Chivas, no entanto, é uma incógnita. Domingos ainda tem chances de estar em campo e Pinto aguarda sua regularização. De qualquer forma, a maior mudança que Leão prega é outra, de postura. “Eles têm que se inflamar e fazer jus à tradição do Santos. O suor do atleta é a lágrima do coração”, metaforizou.
< !-- /hotwords -- >A missão não é difícil apenas pelo momento do Santos, que vem de derrota para o Sertãozinho pelo Campeonato Paulista. Semifinalista da Libertadores em 2005 e 2006, o Chivas lidera o torneio Clausura do Campeonato Mexicano e está invicto há oito rodadas. “É uma pedreira”, definiu Leão.
O treinador do Santos, no entanto, confia no resultado positivo. “É fundamental vencer em casa o nosso adversário mais difícil no grupo. É complicado, porque eles têm um sentimento de nacionalidade muito grande, não aceitam estrangeiros e formam a base da seleção mexicana”, alertou.
Bastante patriota, Leão já superou a fama de não gostar de trabalhar com estrangeiros, mas acredita na qualidade dos brasileiros para obter sucesso na Libertadores. “Alcançamos a supremacia nessa competição quando passamos a dar valor a ela”, analisou o técnico, que sonha em surpreender como o Grêmio fez em 2007.
Por enquanto, no entanto, o Santos ainda não conseguiu silenciar o coro dos torcedores: “Libertadores com esse time não dá, não”. Para retomar a reação iniciada com as vitórias sobre Guarani e Ituano, pelo Estadual, Leão fez uma série de alterações em sua equipe, por motivos médicos e técnicos.
Por lesões, o técnico sacou o atacante Wesley, o zagueiro Domingos e o lateral-direito Denis. Em seus lugares, entraram o equatoriano Michael Jackson Quiñonez no meio-campo, o jovem Anderson Salles na defesa e o improvisado Adriano na lateral, que abriu vaga para o retorno de Marcinho Guerreiro.
As demais alterações não foram forçadas. O lateral-esquerdo Carleto e o atacante argentino Trípodi deixaram o time titular por opção de Leão, que improvisou o meia Luiz Henrique na lateral e testou o chileno Sebastián “El Tanque” Pinto, ainda em impasse com a Universidad do Chile, ao lado de Kléber Pereira.
A formação no jogo contra o Chivas, no entanto, é uma incógnita. Domingos ainda tem chances de estar em campo e Pinto aguarda sua regularização. De qualquer forma, a maior mudança que Leão prega é outra, de postura. “Eles têm que se inflamar e fazer jus à tradição do Santos. O suor do atleta é a lágrima do coração”, metaforizou.
FICHA TÉCNICA
SANTOS X CHIVAS GUADALAJARA
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 4 de março de 2008, terça-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Carlos Amarilla (Paraguai)
Assistentes: Manuel Bernal e Tiburcio Gauto
SANTOS: Fábio Costa; Adriano, Betão, Anderson Salles (Domingos) e Luiz Henrique; Marcinho Guerreiro, Rodrigo Souto, Quiñonez e Molina; Pinto (Trípodi) e Kléber Pereira
Técnico: Emerson Leão
CHIVAS GUADALAJARA: Luis Michel; Xavier Báez, Jonny Magallón, Héctor Reynoso e Francisco Javier Rodríguez; Édgar Solís, Gonzalo Pineda, Ramón Morales e Marco Fabián; Omar Bravo e Sergio Santana
Técnico: Efraín Flores