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Futebol

Santos responde acusação de dirigente do Cruzeiro sobre arbitragem

Arquivo Geral

05/10/2007 0h00

O Santos não se omitiu diante das acusações do vice-presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella, que classificou o árbitro Wagner Tardelli como o “juiz oficial” do clube paulista. O Peixe respondeu através de um longo comunicado divulgado nesta sexta-feira.

A indignação de Perrella é em relação ao gol validado por Tardelli na última partida entre Cruzeiro e Santos, no Mineirão. O zagueiro Adaílton garantiu a vitória dos visitantes aos 49 minutos do segundo tempo. Os mineiros reclamam que houve falta (não marcada por Tardelli) em Kerlon antes da que originou o gol e que a partida já deveria ter sido encerrada.

Confira a nota divulgada pelo Santos:

A diretoria do Santos Futebol Clube vem a público esclarecer as acusações infundadas, irresponsáveis e inverídicas dadas nesta quinta-feira (04) pelo vice-presidente de futebol do Cruzeiro, Zezé Perella, criticando a arbitragem do confronto Cruzeiro e Santos, válido pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2007.

Deve haver mais prudência, equilíbrio e responsabilidade dos dirigentes esportivos em suas críticas ao trabalho de árbitros no Brasil, principalmente quando verificamos o esforço e o empenho da Confederação Brasileira de Futebol, através da Comissão de Arbitragem, dirigida atualmente pelo ex-árbitro Sérgio Corrêa e toda a sua equipe de trabalho, que não estão medindo empenho em criar critérios, normas e formas de analisar a participação dos trios de arbitragens em jogos oficiais do certame nacional, com o firme intuito em melhorar e padronizar o nível dos profissionais da área.

Cabe-nos esclarecer que o árbitro da partida, Wagner Tardelli, pertence ao rigoroso quadro internacional de árbitros da FIFA, foi isento, como sempre costuma ser em suas atuações que o credenciaram a ser um dos melhores árbitros em exercício do futebol brasileiro, sendo, durante toda a transmissão da partida ao vivo, no canal que adquiriu os direitos de TV, elogiado pelos comentaristas e repórteres que julgaram seu comando do jogo como uma arbitragem tranquila, imparcial, acompanhando as jogadas em cima dos lances de jogo, alcançando notas significativas pelos meios de comunicação do País por não ter havido nenhum erro grave de arbitragem, nem tampouco nenhuma interferência de suas firmes decisões no resultado da partida.

A reclamação dos cruzeirenses em declarar que o gol do Santos F.C. ocorreu nos acréscimos do jogo, cabe ressaltar que após os três minutos dados pelo árbitro da partida, o lance e posse de bola pertenciam ao clube mineiro, portanto, passados os 48 minutos de jogo, o ataque pertencia ao Cruzeiro, que num rápido contra-ataque, originou o lance de falta e o gol da vitória santista. É ilícito, antiético e desrespeitoso não reconhecer a vitória santista, que foi conquistada, arduamente, pela nossa equipe de futebol.

A Diretoria

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