O camisa 10 Zé Roberto – que mesmo com uma grande experiência internacional, fez sua estréia na Copa Libertadores – ficou espantado com a violência do adversário. “Fiquei surpreso e até falei isso para o professor. Sofremos entradas fortes que mereceriam, no mínimo, duas expulsões, mas o juiz só deu amarelo. Levei uma entrada por trás que até rasgou o meu meião.”
O técnico Wanderley Luxemburgo também se mostrou irritado com a atuação do árbitro uruguaio Líber Prudente e seguiu a mesma linha de reclamação. “O árbitro não coibiu a violência. Houve entradas fortíssimas que poderiam causar lesões graves. Pelo menos dois jogadores deles tinham que ter sido expulsos.”
O atacante Marcos Aurélio, que depois de um imbróglio jurídico com o Atlético Paranaense pôde estrear pelo Santos entrando no segundo tempo da partida, disse que desde o começo do jogo, reparou na violência do time da casa.
“No banco, nós já estávamos comentando sobre a marcação violenta e o juiz segurou um pouco para o lado deles. Entrei procurando me movimentar bastante para sair das ‘botinadas’.”
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